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West Ham venceu o City com um goleiro, um artilheiro e a ajuda da trave

O West Ham chegou à metade do primeiro turno, dentro da margem de erro. Disputou nove partidas e tem mais dez pela frente e deve completar a rodada dentro da zona de classificação à próxima Liga dos Campeões, na quarta posição. Ainda é cedo para saber se será um dos candidatos à vaga europeia ou apenas mais um daqueles times que arrancam muito bem e terminam no meio da tabela, mas, neste sábado, conseguiu um resultado para ganhar confiança: venceu o atual campeão Manchester City, por 2 a 1.

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Foi certamente a vitória mais maiúscula da equipe de Sam Allardyce. Em setembro, havia superado o Liverpool, último vice-campeão, mas time que se remonta e se reencontra depois da saída de Luis Suárez. Perdeu do Manchester United e do Tottenham, em Upton Park, o que colocou aquela pulga atrás da orelha: será capaz de enfrentar os grandes times de igual para igual?

Pelo menos o City, enfrentou. Abriu o placar na metade do primeiro tempo, com Morgan Amalfitano, e mal correu riscos até o árbitro apitar o intervalo. Os visitantes devem ter tomado aquela bronca forte de Manuel Pellegrini e voltaram dispostos a virar o placar. Entre os 15 e os 25 minutos da segunda etapa, bombardearam o West Ham, mas esbarraram em dois personagens importantes: a trave e o goleiro Adrián, que frustraram igualmente Agüero e Yaya Touré, uma vez cada um.

O West Ham não tem tanto poderio ofensivo quanto o adversário, mas tem seus nomes interessantes: Andy Carroll, Mauro Zárate e Enner Valencia, destaque do Equador na Copa do Mundo. Mas o craque deste começo de temporada na frente é Diafra Sakho, um senegalês de 24 anos, que se destacou pelo Metz e foi contratado por aproximadamente R$ 15 milhões. É o artilheiro do time e foi o responsável por ampliar o placar, depois que a pressão do City se mostrou infrutífera. Foi o seu sexto gol na Premier League, e o mais incrível é que ele anotou o seu nome no placar nas últimas seis rodadas.

O Manchester City voltou a tentar pressionar e a ameaçar Adrián, que colocou o experiente Jaaskelainen no banco, na metade da última temporada, e vem correspondendo. Ele não conseguiu evitar o belo gol de David Silva, que recebeu na ponta direita e foi costurando a defesa até bater colocado. Mas conseguiu impedir que Jovetic empatasse nos últimos minutos, com um belo arremate da entrada da área, e foi um dos principais responsáveis pela vitória. Ao lado de Sakho e, claro, das traves de Upton Park.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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