Premier League

Wenger elogia trabalho de Guardiola e revela: “Ele me visitou uma vez, queria jogar no Arsenal

Arsène Wenger é um dos técnicos mais famosos do mundo e treina o Arsenal há 21 anos – completará 22 no segundo semestre deste ano, se continuar no clube. Ele não poupou elogios ao treinador do time que lidera o Campeonato Inglês, Pep Guardiola, do Manchester City. Além de comentar o trabalho do catalão à beira do gramado, ele também revelou que poderiam ter trabalhado juntos quando Guardiola ainda era jogador.

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Wenger fez uma afirmação forte sobre o trabalho de Guardiola. Aos 68 anos e técnico do Arsenal desde outubro de 1996, o técnico diz que Guardiola, de 47 anos, já fez mais do que ele na carreira. “Eu acho que ele conseguiu muito mais do que eu e ele está sabendo muito bem o que fazer”, afirmou o técnico do Arsenal em entrevista à beIN Sports. “Ele teve times excepcionais e ele está os dirigindo muito bem”.

“Eu acho que respeito o que ele fez porque ele tem uma clara visão do jogo, ele tem uma atitude positiva, uma filosofia positiva”, elogiou ainda Wenger. “Mesmo que ele não vença, eu tenho tanto respeito quanto se ele vencer, porque eu acho que as pessoas têm uma influência no jogo. É muito importante ter uma atitude positiva para o jogo”.

O treinador do Arsenal também revelou que ele e Guardiola poderiam ter trabalhado juntos nos tempos de jogador do meio-campista catalão. “Eu falei com ele algumas vezes e ele veio à minha casa uma vez quando ele era jogador, porque ele queria jogar pelo Arsenal”, contou Wenger.

Guardiola jogou futebol profissionalmente de 1990 até 2006, já bastante veterano. No Barcelona, seu clube de formação, ele ficou de 1990 a 2001, tendo jogado com muitos dos craques brasileiros que vestiram a camisa azul e grená, como Romário, Ronaldo, Giovanni e Rivaldo. Depois do Barcelona, Guardiola foi para a Itália, onde jogou pelo Brescia e pela Roma.

Jogou também pelo Al Ahli, do Catar, por dois anos, antes de ir jogar no Dorados, do México. Nesses dois últimos, Guardiola já se preparava para a nova carreira de treinador. Aliás, a sua passagem pelo futebol mexicano aconteceu justamente porque ele estava em uma escola de treinadores e foi recrutado pro Juan Manuel Lillo. Foram seis meses antes de ele pendurar as chuteiras de vez.

Em 2007, o treinador assumiu o comando do Barcelona B. O time subiu da terceira para a segunda divisão sob o seu comando e com Tito Vilanova como assistente. Com uma temporada no comando do time B, foi promovido ao time principal ao final da temporada 2006/07, quando o holandês Frank Rijkaard deixou o comando do Barça. Foi anunciado em maio de 2008 e o resto é história.

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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