Premier League

Vardy apareceu vestido de Homem-Aranha (!) e fez a maior bagunça no treino do Leicester

Jamie Vardy é daqueles atacantes dos quais nos lembraremos com saudades daqui uns anos. O conto de fadas com o Leicester será o principal motivo para as boas memórias. Como se esquecer das arrancadas fulminantes, da sede de gols incontrolável e das pinturas ao longo da temporada de sonhos na Premier League? O artilheiro, além do mais, possui a sua própria história singular, desde a ascensão na non-league à escolha de permanecer no Estádio King Power. Um cara que veste a camisa com orgulho, que tem um gosto especial pelos jogos grandes. E que também possui o seu estilo zoeiro, de episódios um tanto quanto peculiares. Pois o homem que tomava vodca com skitties e que quase abandonou a carreira para virar promoter em Ibiza atacou novamente. Desta vez como Homem-Aranha.

Ainda não está muito claro por que Vardy apareceu no centro de treinamentos do Leicester fantasiado como o aracnídeo. Segundo o jornal Leicester Mercury, nem mesmo o clube sabia da surpresa. Ao que parece, não há nenhuma ação de marketing nisso. Foi apenas o espírito brincalhão do atacante causando tumulto. Em suas redes sociais, as Raposas publicaram um vídeo do “cabeça de teia” invadindo o treino e tentando dar um susto no técnico Claude Puel. Não deu muito certo, mas valeu pela galhofa.

“Precisamos de um super-herói aqui. Jamie se fantasiou e acho que ele trouxe um sorriso a todos, deixou a manhã mais leve. Os jogadores ganharam folga ontem e então voltaram com gargalhadas. Nós conhecemos Jamie, não é surpresa para ninguém. Ele queria tirar a pressão do time e eu aprecio isso”, falou Puel, elogiando a liderança do artilheiro. Em uma sequência instável na temporada, o Leicester visita o Wolverhampton no sábado, tentando se manter na metade superior da tabela da Premier League. Quem sabe, com o Homem-Aranha soltando teias na comemoração de seus gols.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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