Premier League

Unai Emery: “A cabeça de Özil e Kolasinac ainda não está 100% depois do assalto”

Mesut Özil e Sead Kolasinac enfrentaram um assalto na última semana, no norte de Londres. Os jogadores do Arsenal foram abordados por dois meliantes em uma moto, que os ameaçaram com facas. Enquanto o defensor reagiu e partiu para cima dos bandidos, o meia permaneceu em seu carro e fugiu do local. Desde então, ambos foram preservados pelo clube, após o enorme susto. Unai Emery falou sobre o episódio após o jogo contra o Lyon, neste domingo, em que os Gunners optaram por poupar os dois jogadores.

“Cada jogador é muito importante para a equipe, mas também cada momento e cada circunstância nos dá uma decisão diferente sobre eles. Não é um bom momento para jogar, porque a cabeça de ambos não está 100%. É uma circunstância muito pessoal e a coisa mais importante é que eles possam se sentir bem, que fiquem seguros e que permaneçam calmos ao lado da família”, declarou o comandante.

“Eles vieram ao clube, mas conversamos e decidimos que o melhor era continuar descansando. Vamos esperar alguns dias para que voltem e comecem normalmente com a equipe. Veremos como a situação acontece a cada dia. Vamos verificar novamente como estão, para saber quando retornam ao trabalho. Nessa manhã de domingo eles vieram para cá, mas não estavam prontos para jogar a partida”, complementou.

Ainda na quinta-feira, os dois jogadores ofereceram seu depoimento à polícia. Segundo os relatos, Özil era o mais abalado e aparentava um estado de choque. Neste domingo, o Arsenal terminou derrotado pelo Lyon por 2 a 1. Moussa Dembélé anotou os dois gols dos franceses na virada por 2 a 1, em que Pierre-Emerick Aubameyang havia aberto o placar. Os Gunners ainda farão um amistoso contra o Angers nesta quarta-feira, antes de enfrentar o Barcelona pelo Troféu Joan Gamper no final de semana. Já a primeira partida pela Premier League acontece em duas semanas, visitando o Newcastle em St. James Park.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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