Premier League

Premier League deve (finalmente) adotar cinco substituições a partir da próxima temporada

Segundo Guardian, BBC e The Times, o assunto será discutido nesta quinta-feira e posteriormente deve ser aprovado para a próxima temporada

Uma reunião da Premier League marcada para esta quinta-feira discutirá novamente a permissão para que haja até cinco substituições durante as partidas e desta vez é provável que a mudança seja aprovada para começar na próxima temporada, segundo o Guardian, a BBC e o The Times.

De acordo com o Guardian, houve três votações durante os últimos dois anos para tentar aprovar as cinco substituições, e em todas elas foram rejeitadas. É improvável que um novo pleito formal seja realizado nesta quinta-feira, mas os veículos ingleses dizem que agora o sentimento é que há votos suficientes para passar a proposta quando ele ocorrer.

As cinco substituições foram uma medida emergencial para as temporadas disputadas no auge da pandemia, com calendários mais apertados, para preservar a saúde física dos jogadores. Todas as grandes ligas e competições do mundo adotaram-na, menos a Premier League.

Qualquer mudança de regra na elite inglesa precisa da aprovação de 14 dos 20 integrantes, e do Norwich ao Manchester City, o voto de todos tem o mesmo peso. Houve resistência de clubes pequenos e médios, alegando que seria mais uma vantagem para os ricos que possuem elencos mais numerosos e qualificados.

A International Board, guardiã das regras do jogo, recomendou que a mudança seja permanente. Embora a Premier League tenha mantido as três substituições, cinco são permitidas na Copa da Inglaterra.

Recentemente, Jürgen Klopp, entre os que defenderam a mudança em público de maneira mais veemente, rebateu especificamente as críticas de Sean Dyche, técnico do Burnley, que foi contra desde o início, citando que os jogadores de clubes maiores têm menos tempo para descanso porque no geral também defendem suas seleções.

“Desculpe dizer isso, mas durante a pausa internacional, eu não sei quantos jogadores do Burnley estão com a seleção, eu não sei”, disse Klopp. O Burnley teve seis jogadores convocados: Nick Pope (Inglaterra), Maxwel Cornet (Costa do Marfim), Wout Weghorst (Holanda), Connor Roberts (Gales), Wayne Hennessey (Gales) e Nathan Collins (Irlanda).

O Liverpool teve mais que o dobro (14): Alisson (Brasil), Fabinho (Brasil), Van Dijk (Holanda), Jordan Henderson (Liverpool), Naby Keita (Guiné), Sadio Mané (Senegal), Salah (Egito), Takumi Minamino (Japão), Diogo Jota (Portugal), Kostas Tsimikas (Grécia), Luis Díaz (Colômbia), Andrew Robertson (Escócia), Divock Origi (Bélgica), Caoimhin Kelleher (Irlanda).

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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