Premier League

Parker diz que Fulham aprenderá com erros do passado e descarta mudanças drásticas no elenco

O treinador Scott Parker prometeu que o Fulham não repetirá os erros do passado, após selar o retorno à Premier League um ano depois de uma campanha muito frustrante em que gastou mais de € 100 milhões em dezenas de reforços, foi rebaixado com antecedência e terminou na vice-lanterna.

Também por meio dos playoffs, o Fulham subiu em 2017/18 e decidiu não poupar esforços para reforçar o seu elenco para a disputa da Premier League. Nenhum esforço. Foram € 116,5 milhões em oito compras e empréstimos de jogadores caros como André Schürrle, Sergio Rico e Luciano Vietto.

Resultado: 32 rodadas na zona de rebaixamento, incluindo as 30 últimas, sequência de nove derrotas consecutivas e 26 no total, apenas sete vitórias e a pior defesa, com algum louvor, tendo levado 81 gols. Demitiu Slavisa Jokanovic, que havia conquistado o acesso, apelou a Claudio Ranieri para tentar se salvar e entregou o barco ao interino Scott Parker, ainda em fevereiro, apenas aguardando o fim da temporada.

De volta, o Fulham não cometerá os mesmos erros, segundo Parker, o que já foi feito no planejamento para esta campanha na Championship, com muitas saídas, para diminuir a folha salarial, e contratações pontuais.

“Você não pode construir times com mudanças drásticas, drásticas movimentações de jogadores. Estou com este time há 15 meses e eles melhoraram e melhoraram e melhoraram. Estou feliz com o lugar em que estamos. Precisaremos de reforços – estamos indo para a maior liga que existe -, mas não mudanças drásticas”, afirmou, segundo o Guardian.

“Alguns erros claros foram cometidos na última vez e vamos aprender com eles. Precisamos aprender com eles. Vamos para a melhor liga do mundo, com os melhores jogadores, é uma liga brutal e eu sei o desafio que temos pela frente. Tentarei aproveitar o que fizemos até agora, mas precisamos aprender com aqueles erros”.

“O que estamos tentando construir e passar aos jogadores e a este clube são algumas fundações essenciais. Se você não estiver construindo seu clube em concreto, mas em areia, será uma montanha-russa”, completou.

O acesso foi selado com dois gols do lateral esquerdo Joe Bryan. O primeiro saiu em uma cobrança de falta de muito longe que pego o goleiro do Brentford, David Raya, de surpresa. Mas não Scott Parker.

“Pesquisamos o goleiro. Ele tem uma posição muito agressiva e alta em cobranças de falta. Falamos sobre isso na reunião sobre bolas paradas. Eu chamei Joe porque eu senti que, quando colocamos Mitrovic, Joe provavelmente cruzaria a bola. Eu tentei blefar um pouco e dizer para que ele fazer uma tentativa de verdade e ver o que aconteceria. Ele executou muito bem. Tentamos isso no último jogo e não passou nem perto do gol, mas, felizmente, funcionou. Minha equipe merece todo o crédito pelo planejamento que fez”, encerrou.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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