Premier League

O Manchester United fez as pazes com os gols neste começo de temporada

As arquibancadas de Old Trafford gritavam “ataque, ataque” para o time treinado por Louis van Gaal. O Manchester United muitas vezes pareceu um diabo inofensivo nos últimos anos. Sem poder de fogo, sem objetividade, sem incomodar. Isso seguiu com José Mourinho, tanto que foram dez empates em casa na última temporada, todos por 0 a 0 ou 1 a 1. O United, porém, parece ter feito as pazes com os gols. Neste sábado, goleou o Swansea por 4 a 0 e já soma oito tentos em duas rodadas da Premier League.

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Fazendo uma rápida comparação, somando os gols marcados nas duas primeiras rodadas da Premier League das últimas três temporadas, o total não chega a oito. Foram três ano passado, contra Southampton e City, sob o comando de Mourinho. Nos anos de Van Gaal, o United abriu a campanha com dois diante de Tottenham e Aston Villa (2015/16) e outros dois contra Swansea e Sunderland (2014/15).

Isso não significa que o Manchester United já se tornou uma máquina de fazer gols, até porque foi abrir o placar apenas no final do primeiro tempo, em um escanteio, mas é um indicativo de uma equipe mais equilibrada. E sem grandes mudanças na escalação. Saiu Ibrahimovic, entrou Lukaku. O resto da linha ofensiva já estava no time. Contra o Swansea, Mourinho escalou Rashford, Mkhitaryan e Mata. No segundo tempo, trocou os três, por Martial, Fellaini e Ander Herrera. Apenas o francês manteve as características do seu antecessor.

O Manchester United matou o jogo no segundo tempo, com três gols em cinco minutos, e muita velocidade e objetividade na transição. Destaque para Martial, que, criticado por Mourinho, na última temporada, tem aproveitado suas oportunidades. Deu uma assistência e marcou um gol em dez minutos contra o West Ham, na primeira rodada, e agora guardou mais um.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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