Premier League

Nobre gesto: Liverpool faz doação para pesquisas de novos tratamentos medicinais a crianças

Os jogos de veteranos são uma tradição na Europa. Vários clubes juntam as suas velhas lendas para um amistoso, no qual o dinheiro arrecadado com as bilheterias é doado à caridade. E o Liverpool prestou contas de parte do dinheiro angariado no amistoso disputado com o Real Madrid em março. Os Reds doaram £225 mil ao hospital Alder Hey Children’s Charity, com uma causa bastante nobre: auxiliar pesquisas médicas em tratamentos específicos para crianças. O dinheiro proporcionará medicamentos e métodos melhores para atender a ala pediátrica, em diferentes especialidades.

Nesta semana, o Liverpool enviou três lendas ao hospital para formalizar a doação: Robbie Fowler, Gary McAllister e Ian Rush. O trio visitou e conheceu as crianças que se beneficiam com o trabalho de pesquisa desenvolvido pela Alder Hey Children’s Charity. Além disso, os Reds destacaram um pequeno torcedor, também paciente. Harry Howard, de apenas quatro anos, descobriu em 2016 um linfoma não-Hodgkins, um tipo de câncer no sangue, que atacou diferentes órgãos. Depois de mais de 200 tratamentos, alguns deles experimentais, o garoto recebeu a notícia sobre a remissão da doença.

“É realmente fantástico poder fazer essa doação a uma causa tão importante, e sabemos que a saúde de crianças está próxima ao coração dos torcedores. Nós temos uma relação de longa data com o hospital e é empolgante ver esses programas de pesquisa inovadora que estão sendo realizados. É graças à nossa torcida que arrecadamos £1 milhão no jogo das lendas, além do angariado em outros eventos. O dinheiro não vai apenas aos nossos programas da fundação, mas apoiam outros parceiros”, declarou Andrea Cooper, chefe da LFC Foundation, braço do clube responsável por ações de caridade.

O Liverpool ainda publicou um vídeo contando a história de Harry Howard. Daqueles exemplos de solidariedade que valem muito o esforço:

Mostrar mais

Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

Conteúdos relacionados

Botão Voltar ao topo