Premier League

Manchester United encontrou resistência, empatou e terá final contra o Leicester na última rodada

O Manchester United teve a oportunidade de encaminhar a vaga na próxima Champions League caso  vencesse o West Ham, em Old Trafford, por uma boa diferença de gols, mas, mesmo contra um adversário virtualmente sem ambições, encontrou mais resistência do que era esperado. O empate por 1 a 1, após uma atuação abaixo do que vinha mostrando desde a retomada do futebol inglês, ainda lhe concede a vantagem no confronto direto contra o Leicester na última rodada.

Em caso de vitória, o Manchester United teria aberto três pontos para o quinto colocado Leicester e teria pelo menos um gol de vantagem no saldo. Se derrotasse o West Ham por três gols de diferença, poderia até perder por um contra as Raposas para se manter entre os quatro primeiros. Agora, um ponto à frente, precisará pelo menos empatar no King Power para jogar a Champions League. 

O West Ham estava confortável mesmo antes de arrancar um ponto do Manchester United. Tinha três pontos a mais que Watford, na zona de rebaixamento, e Aston Villa, imediatamente acima, e saldo superior em 14 e 13, respectivamente. Agora, está garantido na Premier League na próxima temporada.

O começo do United foi promissor. Martial saiu pela direita, logo aos dois minutos, e bateu cruzado para boa defesa de Fabianski. À medida em que o jogo se desenvolveu, porém, pareceu um pouco sem gás, ao fim de uma maratona de jogos em que imprimiu um forte ritmo e rodou pouco seus principais jogadores. O principal exemplo foi Bruno Fernandes. Titular em todas as partidas desde o retorno, caiu visivelmente de rendimento na segunda etapa.

Embora não tenha voado, o Manchester United criou as melhores chances da etapa inicial. Fabianski trabalhou bem de novo em uma daquelas bombas venenosas de fora da área de Rashford e Angelo Ogbonna bloqueou na hora certa uma batida de Mason Greenwood. Chegando aos acréscimos, porém, Declan Rice bateu forte de fora da área, e Paul Pogba elevou as mãos para proteger o rosto e bloqueou a bola. Foi claramente instintivo, mas o árbitro marcou pênalti e Michail Antonio enviou o West Ham aos vestários em vantagem no placar.

 O United voltou com fome dos vestiários e empatou logo aos cinco minutos, após uma bonita tabela entre Anthony Martial e Mason Greenwood que finalizou a jogada com um chute firme de perna esquerda dentro da grande área. Após fortes 15 minutos, porém, o gás pareceu acabar. Jarrod Bowen marcou a transição com um forte chute que De Gea defendeu bem, e o West Ham passou a dominar as ações.

Não levou tanto perigo concreto, com exceção de uma bomba de Rice e algumas jogadas de bola parada. O United pareceu sem saída, entre o cansaço físico e a percepção de que perder e precisar vencer o Leicester seria um desastre. Até teve uma boa chance no fim, com Ighalo batendo para fora, enquanto Martial aparecia por trás em melhor situação, mas deixou tudo para a última rodada.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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