A defesa do , quem diria, está sendo o pilar da arrancada que leva o time de Pep Guardiola montanha acima na tabela da Premier League. Nesta quarta-feira, esteve mais uma vez muito sólida na vitória magra por 1 a 0, sobre o , a quarta seguida e a sexta em oito rodadas do .

Essa sequência começou na goleada por 5 a 0 sobre o Burnley. Desde então, o City foi vazado apenas duas vezes – por West Brom e Chelsea. Também foi naquela partida que Guardiola fixou a dupla de zaga com Rúben Dias e John Stones. Atuaram juntos em todos esses jogos, com exceção do empate contra o West Brom, quando Nathan Aké jogou ao lado do português.

Ou seja, Dias e Stones permitiram apenas um gol nos últimos sete jogos em que estiveram em campo, uma melhora sensível em um setor que foi o maior problema do Manchester City na temporada passada.

O Brighton mal chegou a sentir o cheiro do gol, nesta quarta-feira. Teve um bom contra-ataque, no primeiro tempo, quando Alex MacAllister soltou um bonito passe em transição para Trossard, que entrou na área e bateu colocado para fora. A única finalização correta, depois do intervalo, foi de Davy Pröpper, de fora da área, direto aos braços de Ederson.

O ataque, embora não esteja fluindo com a facilidade de outros tempos, criou oportunidades suficientes para o City ganhar por mais do que 1 a 0. De Bruyne perdeu uma clara, logo aos 14 minutos, após boa tabela com Gündogan. O pé do belga não estava tão calibrado, aliás. Em contra-ataque que ele mesmo puxou, apareceu pela direita e chutou em cima do goleiro Robert Sánchez.

Mas antes do apito final da primeira etapa, ele encontrou Phil Foden entrando em diagonal. O meia inglês, atuando pela esquerda do ataque do City, dominou e bateu de chapa no canto de Sánchez para fazer o único gol da partida.

Mahrez perdeu oportunidades no segundo tempo, Bernardo Silva acertou a trave, e a melhor chance de ampliar o marcador surgiu nos minutos finais, quando De Bruyne sofreu pênalti de Sánchez. Sterling isolou.

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