Premier League

Em dia de Arsenal x Chelsea, veja todos os gols de Henry e Drogba no clássico

A animosidade entre Arsenal e Chelsea existe desde a década de 1930, quando os duelos entre os londrinos passaram a atrair grande atenção dos torcedores. No entanto, o rótulo de “clássico” dependeu bastante da rivalidade que se criou entre os dois clubes a partir do final dos anos 1990. Gunners e Blues passaram a contar com elencos cada vez mais fortes, brigando constantemente pelas primeiras colocações da Premier League. Já no início dos anos 2000, a rixa era evidente, e visível em diversos embates dentro de campo. Naquele momento, o vencedor poderia se dizer não apenas o mais forte de Londres, mas também pleitear o reinado na Inglaterra.

Neste momento, emergem dois personagens fundamentais ao clássico. Thierry Henry e Didier Drogba estão na história por todas as alegrias que proporcionaram às suas torcidas, mas também pela maneira como fizeram os adversários sofrerem. São os maiores artilheiros do embate na história da Premier League, com oito gols para cada. Mas enquanto o francês só somou mais dois tentos por outras competições, o marfinense acabou sendo mais letal, especialmente pela maneira como estraçalhou os Gunners nas copas nacionais – com destaque para a quente final da Copa da Liga Inglesa de 2007, em que ele comandou a virada por 2 a 1. Nenhum outro clube tomou mais gols do matador que o Arsenal, 13 no total.

Nesta quarta-feira, Arsenal e Chelsea se enfrentam no Estádio Emirates, em jogo que vale mais para as pretensões dos clubes na briga por uma vaga na próxima Liga dos Campeões. Não deixa de ser um bom gancho, ainda assim, para relembrarmos o poder de destruição de Henry e Drogba – dois nomes vitais para se entender os atritos que persistem entre os londrinos, mesmo que não sejam os maiores rivais locais:

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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