Premier League

Danny Ings voltou com gol e o Southampton buscou a virada fora de casa para se manter nas cabeças

O Southampton conquistou uma importante vitória nesta segunda-feira, na conclusão da rodada da Premier League. Após perderem fôlego nos últimos compromissos, os Saints se recuperaram na tabela ao desbancarem o Brighton por 2 a 1, dentro do Estádio Amex. De volta ao time após mais de um mês parado por lesão no joelho, Danny Ings saiu do banco durante o intervalo e contribuiu com o tento que valeu o resultado no fim do segundo tempo. Todavia, o lance veio em um pênalti que alimentará as infindáveis discussões sobre o uso da tecnologia na Inglaterra, em marcação bastante difícil do VAR.

O Brighton abriu o placar aos 26 minutos, também graças a um pênalti. James Ward-Prowse estava com o braço levantado e bateu a mão na bola após o domínio de Danny Welbeck. Na cobrança, Pascal Gross converteu. O empate do Southampton saiu aos 45. Ward-Prowse cobrou escanteio pela direita e Jannik Vestergaard subiu ao terceiro andar para concluir de cabeça.

A partida seguia equilibrada no segundo tempo, com chances aos dois lados, quando aconteceu o pênalti que determinou a vitória ao Southampton. Solly March derrubou Kyle Walker-Peters no limite da grande área e o árbitro anotou inicialmente a falta. Porém, depois da revisão no monitor, foi anotado o pênalti – mesmo que as imagens não permitissem uma conclusão tão firme. Aos 36 minutos, Danny Ings converteu o tiro, sob fortes vaias da torcida da casa. Apesar da tentativa de buscar o prejuízo, o Brighton precisou aceitar a derrota.

O Southampton fecha a rodada na quinta colocação, com 20 pontos, recuperando-se depois de duas partidas sem vencer. A equipe, entretanto, tem um jogo a mais que Manchester United e Manchester City – que podem ultrapassar os Saints quando cumprirem o compromisso atrasado. Já o Brighton é o 16°, com 10 pontos, quatro acima da zona de rebaixamento.

Classificação fornecida por SofaScore LiveScore

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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