Premier League

Burnley se defendeu vorazmente, mas pênalti no minuto final deu vitória ao Arsenal

Um pênalti nos acréscimos do segundo tempo em um jogo empatado é, inevitavelmente, um lance decisivo. Foi um lance assim que decidiu o jogo entre Burnley e Arsenal, neste domingo, pela Premier League. O Arsenal venceu por 1 a 0, com o gol marcado por Alexis Sánchez.

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A decisão do árbitro, Lee Manson, de dar o pênalti foi muito elogiada por Arsène Wenger, que não teve dúvidas sobre a falta dentro da área. “De fora, pareceu 100%”, disse Wenger, após o jogo. “Eu não sei por que ele o empurrou pelas costas. Eu gostaria de ver de novo”, declarou ainda o treinador dos Gunners.

Wenger, por sinal, elogiou muito o adversário pelo jogo. “Eles têm 22 pontos e quando você joga contra eles você entende por que”, disse o francês. “Eles sofreram apenas dois gols jogando em casa desde o começo da temporada. Eles defendem extremamente bem, eles são muito perigosos no jogo direto”.

As estatísticas da partida dão um indício sobre o que comentou Wenger. Em chutes a gol, o Arsenal teve muito mais volume: 17 a 8. Só que se contarmos apenas os chutes que acertaram o gol, empate: 2 a 2. O Arsenal teve 64% de posse de bola, algo esperado pelo estilo dos dois times. Curiosamente, o Arsenal fez mais faltas, 14 a 7.

Sean Dyche, técnico do Burnley, não teve a mesma convicção de Wenger quando perguntado sobre o pênalti. “Era altamente improvável que isso não seria dado em um dia como hoje, isso é tudo que tenho a dizer”, afirmou.

“Há muita coisa dentro de mim que está muito nervoso. É um destruidor de cupons, eu não acho que ninguém apostaria nisso. Eu disse a eles que continuamos evoluindo, nós continuamos seguindo adiante. Eu também disse a eles que esta é a realidade. Futebol é um jogo duro e às vezes nos machuca”, declarou Dyche.

O resultado é importante para o Arsenal, que sobe para a quarta posição, tirando de lá justamente o maior rival, Tottenham, que só empatou na rodada. Assim, os Gunners chegam a 25 pontos, deixando para trás o Tottenham, com 24.

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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