Premier League

A Premier League tirou o gol de Richarlison, mas ainda assim ele abriu mais um triunfo ao Everton

O Everton continua embalado na Premier League. Apesar da derrota recente para o Fulham, que levantou velhas dúvidas sobre o time de Marco Silva, os Toffees conquistaram uma vitória segura nesta sexta-feira. Dentro de Goodison Park, os anfitriões garantiram o resultado contra o Burnley logo no primeiro tempo e alegraram sua torcida, com o placar de 2 a 0. E o atacante Richarlison continua como uma figura importante nesta ascensão recente. O atacante propiciou o primeiro gol, ainda que a liga não tenha dado a ele.

O tento saiu aos 17 minutos. Richarlison recebeu na intermediária e arriscou do meio da rua. No ângulo aberto da transmissão, parecia uma pintura. No entanto, outra tomada mostrou que a bola bateu no joelho de Ben Mee antes de morrer nas redes. A Premier League avaliou que o arremate não entraria e, por isso, assinalou o gol contra do defensor. Uma decisão bem discutível, mas que não tirava o ímpeto do brasileiro. Três minutos depois, num lance de insistência que começou com o próprio Richarlison, Seamus Coleman fechou a conta. O atacante foi a principal arma no bom primeiro tempo feito pelos azuis, incomodando a defesa adversária por sua velocidade nas transições e sua movimentação.

O problema a Richarlison é que, outra vez, ele sentiu uma lesão na costela e precisou ser substituído no início do segundo tempo. Mesmo sem apresentar números tão impressionantes neste returno, o atacante é o artilheiro do Everton na Premier League. Soma 13 gols, igualado a Gylfi Sigurdsson. Enquanto isso, os Toffees ocupam a oitava posição e ainda miram a Liga Europa. Com a vitória desta sexta, chegam a 53 pontos, um a menos que o Wolverhampton. O sétimo colocado ainda pode ir ao torneio da Uefa, desde que o Watford não conquiste a Copa da Inglaterra e os campeões continentais não interfiram na configuração das vagas. Já o Burnley, a salvo do rebaixamento, tem 40 pontos.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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