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Elenco do Arsenal sofre com epidemia e apertos de mão são evitados

Os apertos de mão geraram polêmicas no futebol inglês ao longo dos últimos meses, especialmente após os casos de racismo envolvendo Luis Suárez e John Terry. Agora, é o Arsenal quem discute o tema, por uma questão de saúde. Por conta de um vírus que afeta o elenco, os Gunners preveniram os cumprimentos em seu centro de treinamentos.

O último atingido pela doença desconhecida, com sintomas parecidos com os de uma gripe, foi o zagueiro Per Mertesacker. Por conta do problema, o alemão foi deixado de fora da partida contra o Olympiacos, pela Liga dos Campeões. Além do defensor, Theo Walcott, Thomas Vermaelen e Francis Coquelin também foram contaminados.

Arsène Wenger admitiu o contagio, mas afirmou que a situação está sendo solucionada: “Melhoramos o nível de higiene no vestiário. É engraçado, mas o aperto de mãos é uma das principais razões para a propagação da doença. Eu cumprimento a todos, mas fomos avisados para não fazer isso quando há riscos. No momento, a situação melhorou e a preocupação não é tão grande”.

Apesar da recomendação interna, os jogadores do Arsenal cumprimentaram normalmente os adversários do West Ham antes da partida neste sábado, pela Premier League. O confronto marcou o retorno de Mertesacker ao time titular.

Foto de Leandro Stein

Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreveu na Trivela de abril de 2010 a novembro de 2023.

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