Quão ruim é tomar o empate no último minuto? A fúria de Pellè resume bem
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Graziano Pellè carrega o ataque do Feyenoord nas costas há tempos. O atacante italiano não deixou tantas lembranças boas nos clubes da Serie A, mas desembestou a balançar as redes desde que chegou à Holanda. São 51 gols e 13 assistências em 61 partidas com o time de Roterdã, contribuindo com mais de um tento por jogo que fez com a camisa alvirrubra. Desempenho que lhe dá todo o direito de se sentir frustrado quando o time não chega à vitória. Mas não de forma tão exagerada, como aconteceu neste domingo.
O Feyenoord abriu dois gols de vantagem sobre o Twente, fora de casa, logo no início do segundo tempo – com o primeiro gol anotado por Pellè. Mas deixou que o time de Enschede encostasse no placar na metade do segundo tempo. E arrancasse o empate por 2 a 2 no quinto minuto dos acréscimos finais. Os dois pontos perdidos impediam o Feyenoord de igualar a pontuação do Twente na tabela, bem como de assumir o terceiro lugar. Resultado: Pellè saiu quebrando tudo o que via pela frente no caminho aos vestiários.