Tido como um dos nomes mais importantes no radar do Real Madrid há alguns meses, Vitinha, volante do PSG, respondeu de forma clara a esse interesse e aproveitou para falar sobre seu futuro.
O português chegou a Paris em 2022, vindo do Porto por 41,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 258 milhões), e foi se consolidando gradualmente como titular indiscutível no meio-campo. Aos 26 anos, Vitinha terminou em terceiro lugar na Bola de Ouro 2025 e é hoje considerado um dos melhores meias do mundo.
Ciente do tamanho do talento que tem no elenco, o PSG, no ano passado, decidiu renovar o contrato do português até junho de 2029. Apesar do novo contrato e de um aumento de salário, que chega a quase 12 milhões de euros por ano (cerca de R$ 75 milhões), segundo a “Capology”, Vitinha continua sendo um jogador cobiçado no mercado. O português integra a lista de meias que fazem o Real Madrid sonhar, ao lado de Kees Smith (jovem promessa do AZ Alkmaar) e Alexis Mac Allister.
Vitinha: “Seria estúpido sair” do PSG
Os merengues se interessam pelo ex-Porto há muitos meses e não parecem querer desistir, apesar do seu status de intransferível em Paris. Em um documentário exibido pelo Canal11, Vitinha abriu o jogo e se posicionou claramente sobre o interesse do Real Madrid.

“Seria estúpido sair! Não acho que seja a melhor coisa para mim. Me sinto muito bem aqui no PSG! Sinto que as pessoas realmente me valorizam e tenho a sensação de ter merecido esse carinho. Adoro estar aqui, no PSG, minha família também. Temos um grupo fantástico e um treinador incrível”, declarou o meia português.
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Vitinha não cogita transferência para a Arábia Saudita
O jogador parece insensível aos avanços madrilenhos e não demonstra estar pronto para deixar o PSG. É preciso dizer que foi no clube da capital que ele se revelou de vez, realizando uma temporada excepcional coroada com o primeiro título da equipe da Champions League. O jogador de 26 anos também comentou sobre uma possível transferência para a Arábia Saudita, que tampouco parece estar em seus planos.
“Não se pode ser ingênuo, pois é uma quantia considerável que poderia garantir um futuro confortável. Mas o que me importa é construir uma carreira de respeito. Já ganho muito bem aqui na Europa, em um grande clube. Dobrar ou triplicar esse salário não me faria mais feliz“, afirmou Vitinha, que parece encaminhado para uma longa continuidade em Paris.


