Ligue 1

Nice venceu com facilidade o Marseille e impôs a primeira derrota de Sampaoli no clube

Na terceira partida de Jorge Sampaoli no comando do Olympique de Marseille, o time perdeu de forma contundente para o Nice fora de casa por 3 a 0. O time dirigido pelo argentino não teve Boubacar Kamara, suspenso, e o jogador fez falta. O meio-campo dos marselheses foi atropelado e a atuação da equipe foi terrível em todos os setores.

Boubacar tem sido o pilar do Marseille no meio-campo. Sampaoli escalou o time em um 3-5-2, que na prática funcionava como um 5-3-2 defendendo. Pape Gueye foi o volante à frente da defesa, com Florian Thauvin e Olivier Ntcham formaram o trio central. Foi o setor onde o time mais sofreu, sem conseguir controlar o jogo e deixando a defesa exposta.

As transições organizadas, uma marca do treinador argentino, não apareceram. O time não conseguiu se coordenar e não conseguiu causar problemas ao adversário. Organizado e disciplinado, o Nice soube usar a superioridade numérica frequente no meio-campo e marcou os gols que precisava para vencer.

O primeiro gol saiu aos 34 minutos. Depois de cruzamento de Amine Gouiri, Khépren Thuram, filho de Lilian Thuram (outro filho, já que tem também Marcus Thuram, do Borussia Mönchengladbach) cabeceou para marcar 1 a 0.

O segundo gol saiu de uma falha na saída de bola, já no segundo tempo, aos 29 minutos. Kasper Dolberg pressionou, Leonardo Balerdi perdeu a bola e Amine Gouiri finalizou para marcar 2 a 0.

No final do jogo, aos 46 minutos, Dolberg chutou uma bola na trave e, no rebote, a bola sobrou para Alexis Claude Maurice. Ele finalizou duas vezes, parando na primeira no goleiro, mas na segunda conseguiu empurrar para a rede, com dificuldade, e marcar 3 a 0.

A atuação muito fraca do Marseille chamou a atenção. O time perde e continua em sexto lugar na tabela, com 45 pontos, fora da zona de classificação de qualquer uma das competições europeias. O Nice, por sua vez, está em 10º, com 39 pontos.

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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