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Entre a ansiedade e o goleiro do Guingamp, o recorde de Cavani não saiu na Copa da França

Cavani entrou naquele estado em que a ansiedade atrapalha a tarefa que lhe deveria ser a mais simples: colocar a bola na rede. Já o fez 156 vezes com a camisa do Paris Saint-Germain (26 nesta temporada), igualando Zlatan Ibrahimovic como maior artilheiro da história do clube. A partida desta quarta-feira, contra o Guingamp, pela Copa da França, era um cenário perfeito para quebrar o recorde. Mas o uruguaio não estava no melhor dos seus dias e não marcou nenhum dos gols da vitória parisiense por 4 a 2.

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Esta foi a segunda partida desde a fatídica goleada por 8 a 1 contra o Dijon, na quarta-feira passada, quando Cavani igualou a marca de Ibrahimovic e poderia superá-la se tivesse cobrado o pênalti que Neymar fez questão de bater. Ainda com dores na coxa, o atacante brasileiro foi desfalque da equipe de Unai Emery mais uma vez, como na derrota para o Lyon. O ataque teve Di María, Draxler e, claro, Cavani.

Cavain teve a oportunidade deixar o seu no primeiro tempo com uma tentativa de encobrir o goleiro sueco Karl Johnsson. Johnsson fez a defesa e seria o nêmesis do uruguaio na partida. Depois do intervalo, defendeu uma cabeçada à queima roupa de Cavani e ainda agarrou o rebote. Em seguida, foi ágil para interceptar o chute do artilheiro do PSG, que fez uma boa jogada dentro da área.

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Mas Johnsson não foi o único responsável por Cavani não ter marcado. Ele próprio foi bem mal em um par de jogadas. No primeiro tempo, recebeu na entrada da área a bola de Draxler e….furou. Após o intervalo, saiu cara a cara com o goleiro, mas, em vez de finalizar, preferiu tocar para Di María, e a zaga conseguiu cortar.

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Rabiot e Lucas Deaux, contra, fizeram 2 a 0 para o Paris Saint-Germain. De pênalti, Thuram descontou. Pastore ampliou para 3 a 1 e, em nova penalidade máxima, N’Gbakoto voltou a reduzir a vantagem parisiense para um único gol. Aos 44 minutos do segundo tempo, Marquinhos, de cabeça, assegurou a classificação do PSG às oitavas de final da Copa da França.

Foto de Bruno Bonsanti

Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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