Europa

Na Geórgia, o fair play deu errado, então corrigiram com mais fair play

Imagina a emoção da peleja. O confronto de titãs entre Dinamo Tbilisi e Sioni Bolnisi estava 0 a 0 até que um dos jogadores precisou de tratamento e a bola foi jogada para fora. No reinício, Xisco Muñoz, do Tbilisi, foi devolver a bola para o goleiro, chutou um pouquinho forte demais e fez o gol.

Os jogadores do Bolnisi foram para cima de Muñoz para tirar satisfações, então o primeiro passo foi convencer os adversários que aquilo foi sem querer. Uma vez cumprida essa missão, restou tratar da injustiça do placar. O Tbilisi abriu as alas, em ritmo de carnaval, para Georgi Kakhelishvili caminhar com a bola até o gol e “empatar” a partida.

Agora, o mais bizarro da noite aconteceu aos 42 minutos do segundo tempo, porque quem imaginaria que um golaço desses sairia no potente futebol da Geórgia?

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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