Liga Europa

A Lazio começa a Liga Europa com tudo, ao impor uma elástica vitória sobre o Feyenoord no Olímpico

A Lazio chegou a abrir quatro gols de vantagem no placar, mas relaxou e permitiu que o Feyenoord descontasse duas vezes na reta final

A Lazio tinha um compromisso duro em sua estreia pela Liga Europa. Os biancocelesti receberam no Estádio Olímpico o Feyenoord, embalado pela decisão recente da Conference. O que se prometia um duelo equilibrado, no entanto, terminou com a imposição incontestável dos laziali. A equipe de Maurizio Sarri chegou a abrir quatro gols de vantagem, antes de se acomodar e permitir que os visitantes descontassem duas vezes. O placar de 4 a 2, mesmo assim, é ótimo. Recém-contratado, Matías Vecino fez dois gols e deu uma assistência.

O show da Lazio se concentrou na primeira meia hora de jogo. O primeiro gol saiu logo aos quatro minutos, numa ótima enfiada de Matías Vecino para Luis Alberto, que ficou de frente para o gol e definiu. A conta aumentou aos 15, num contra-ataque fulminante. Felipe Anderson recebeu na direita e fintou a marcação, antes de chutar rasteiro. Já o terceiro estava no placar aos 28. Seria a vez de Vecino deixar o seu, num rebote do goleiro Justin Biljow.

A Lazio seguiu dominante no fim do primeiro tempo, mas reduziu o ritmo no segundo. Mesmo assim, marcou antes o quarto gol, aos 18. Luis Alberto deu o passe e Vecino se infiltrou para mandar para dentro. O Feyenoord só deu um sinal de vida aos 24, quando Santiago Giménez descontou de pênalti. O mexicano, reforço recente do Cruz Azul, fechou a conta no rebote de um chutaço de Oussama Idrissi, aos 46.

O Feyenoord sofre com as mudanças amplas no elenco após o vice na Conference, mas o golpe é bastante duro. Já a Lazio tem condições de fazer um papel digno no torneio continental, com a continuidade de destaques e também de Sarri. A equipe lidera o Grupo F, que ainda teve a vitória do Sturm Graz por 1 a 0 sobre o Midtjylland.

Foto de Leandro Stein

Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreveu na Trivela de abril de 2010 a novembro de 2023.

Conteúdos relacionados

Botão Voltar ao topo