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20 jogadores que marcam a história do Sevilla nas copas europeias

Antes da final da Liga Europa em Budapeste, relembramos jogadores importantes nos seis títulos anteriores do Sevilla no torneio

O Sevilla possui uma relação surreal com a Liga Europa. É impressionante a maneira como o clube se transforma na competição, desde que conseguiu sua primeira conquista na então chamada Copa da Uefa. Não importa o peso da camisa de quem está pela frente ou a dificuldade do desafio: os rojiblancos parecem sempre dar um jeito de buscar a taça. Foi assim no bicampeonato em 2005/06 e 2006/07, com Juande Ramos. Depois, também no tri de Unai Emery entre 2013/14 e 2015/16. Por fim, na arrancada oferecida por Julen Lopetegui em 2019/20. E não que a ascensão repentina proporcionada por José Luis Mendilibar em 2022/23 não se enquadre nos mesmos critérios. Foram passos gigantes.

Ao longo desses seis títulos, o Sevilla também eternizou muitos ídolos em campo. Há aqueles que figuram na seleção de todos os tempos do clube, os decisivos em jogos fundamentais, os onipresentes nas façanhas. Muitos jogadores que entraram para a memória coletiva na Andaluzia, graças às taças recorrentes. Abaixo, aproveitamos para listar 20 destes heróis – alguns deles já saudosos, como Antonio Puerta e José Antonio Reyes. São figuras essenciais para traduzir o que é a Liga Europa para o sevillismo.

Andrés Palop

Palop é considerado o maior goleiro da história do Sevilla muito por conta daquilo que fez nas campanhas vitoriosas na Copa da Uefa. Presente no acesso inédito do Villarreal à primeira divisão espanhola e depois reserva do Valencia, o arqueiro chegou ao Nervión exatamente em 2005/06. Veio para ser campeão continental, tomando a posição durante os mata-matas e crescendo na reta final. Sofreu apenas dois gols nas últimas seis partidas dos rojiblancos. Ainda assim, nada se compara aos épicos que viveu em 2006/07. Palop chegou a marcar um gol heroico nas oitavas de final, ao partir para o ataque aos 49 do segundo tempo e definir de cabeça contra o Shakhtar Donetsk, forçando a prorrogação e a posterior vitória por 3 a 2. Já na decisão contra o Espanyol, deu a assistência para o primeiro gol, de Adriano, com uma reposição. Já na disputa por pênaltis, defendeu três cobranças. Foi eleito o melhor em campo naquela partida.

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Javi Navarro

De um nome esquecível do Valencia, a ponto de jogar a segundona com o Elche, Javi Navarro virou um dos símbolos do Sevilla no início do século. O zagueiro era a principal referência da defesa, num sistema bastante exigido pelos laterais que subiam. Além disso, se colocava como uma liderança expressa pela braçadeira de capitão. Coube a ele erguer a taça da Copa da Uefa nas primeiras conquistas dos sevillistas, em 2006 e 2007. O beque tinha tanto moral na época que chegou a ser convocado para a seleção espanhola, fazendo sua estreia aos 32 anos. A decisão contra o Espanyol, porém, foi um dos últimos jogos de sua carreira. Navarro precisou se aposentar após uma grave lesão sofrida no joelho durante a final da Copa do Rei de 2007 – na qual os sevillistas bateram o Getafe.

Antonio Puerta, do Sevilla

Antonio Puerta

Puerta foi um cometa que passou pelo Sevilla. O lateral esquerdo tinha 22 anos quando faleceu em campo, por causa de uma parada cardíaca sofrida na primeira rodada do Campeonato Espanhol 2007/08. O canterano era um xodó da torcida não apenas por seu talento e por suas raízes no bairro de Nervión, mas também pelas contribuições estrondosas no bicampeonato da Copa da Uefa. Puerta marcou o gol que garantiu o Sevilla na primeira final de sua história. Saiu do banco e acertou uma sapatada de primeira, numa pintura que garantiu o 1 a 0 sobre o Schalke na semifinal de 2005/06. Já na edição seguinte, o jovem cobrou um dos pênaltis que definiram o triunfo contra o Espanyol. Em tão pouco tempo, se fez inesquecível.

Enzo Maresca

Maresca não é o primeiro nome a ser citado naqueles tempos dourados do Sevilla, mas fez a diferença no bicampeonato da Copa da Uefa. O italiano tinha experiência nas copas europeias, após já ter disputado a Champions com a Juventus. Seria uma liderança importante, principalmente na final de 2006. O meio-campista marcou dois gols nos 4 a 0 contra o Middlesbrough e terminou eleito o melhor em campo. Na edição seguinte, nem era titular absoluto dos rojiblancos, mas assinalou dois gols nos tensos confrontos com o Shakhtar Donetsk – inclusive o que empatou a ida na Andaluzia, com um pênalti convertido aos 43 do segundo tempo. Naqueles anos, ainda cravou as redes do Barcelona na conquista da Supercopa Europeia de 2006.

Frédéric Kanouté

Kanouté fazia mágica no ataque do Sevilla naqueles anos. Trazido do Tottenham, o malinês combinava presença de área e também classe nos movimentos. Era um atacante perigosíssimo, que entregava gols e fazia a diferença num torneio como a Copa da Uefa. Nem foi tão efetivo na primeira campanha, de 2005/06, quando Javier Saviola era mais usado na frente. Mesmo assim, o centroavante ajudou a eliminar o Lille nas oitavas e fechou a conta na final contra o Middlesbrough. No bi, Kanouté aterrorizou o Tottenham nas quartas (fazendo valer a Lei do Ex nas duas partidas) e também deixou sua marca na decisão contra o Espanyol. Era um homem de finais, aliás. Faria o seu na Supercopa Europeia contra o Barcelona em 2006. Já no âmbito doméstico, garantiu a conquista da Copa do Rei de 2007 contra o Getafe e fez três sobre o Real Madrid para dar a Supercopa Espanhola aos sevillistas no mesmo ano.

Luis Fabiano

O ataque do Sevilla ficava completo com a presença de Luis Fabiano. O centroavante dava explosão e oportunismo à linha de frente dos rojiblancos. Mesmo que seja ídolo do São Paulo, dá para justificar que a melhor fase do brasileiro tenha acontecido no Nervión. As duas Copas da Uefa demarcam esse sucesso. O primeiro passo teve gol de Luis Fabiano na final contra o Middlesbrough em 2006. Já no bicampeonato, Luis Fabiano foi importantíssimo nas semifinais contra o Osasuna. Naquelas duas temporadas, seus números por La Liga foram até modestos. Logo depois, a confirmação do seu talento veio com os 24 gols que o tornaram vice-artilheiro do Campeonato Espanhol em 2007/08.

Renato

Renato é um dos melhores meio-campistas brasileiros que passaram pelo futebol espanhol neste século. Seus números dizem isso, com sete temporadas pelo Sevilla e 277 partidas pelo clube. Mesmo sem ser titular sempre nas duas campanhas da Copa da Uefa, o volante cresceu em grandes momentos. A classificação à segunda final está em sua conta, com o gol que selou a classificação para cima do Osasuna nas semifinais. Já a Supercopa era um torneio que apetecia o brasileiro, com um gol diante do Barcelona na conquista de 2006 e outro na derrota para o Milan em 2007. Ainda seria um ponto de equilíbrio nas empreitadas continentais seguintes dos andaluzes, inclusive na Champions.

Iván Rakitic

A atual passagem de Rakitic pelo Sevilla consolida sua imagem como ídolo. A primeira, no entanto, marca o apogeu do meio-campista. Era um futebol mágico que o croata exibia na faixa central dos andaluzes. E a Liga Europa de 2013/14, a primeira na sequência do tricampeonato, foi sua. Rakitic era o capitão do time e o homem que fazia tudo orbitar ao seu redor. Os números nem foram tão impressionantes assim, com três gols e três assistências. O diferencial era a regência para que a equipe fluísse a partir de sua cátedra. Recebeu o prêmio de melhor na final contra o Benfica, entrou para o time ideal do campeonato e logo assinou com o Barcelona – onde ganhou a Champions League na temporada seguinte.

José Antonio Reyes

Reyes é mais um prata da casa do Sevilla lembrado com saudade, desde seu precoce falecimento num acidente de carro em 2019, aos 35 anos. O meia que auxiliou os andaluzes em sua reconstrução a partir da segunda divisão no início do século não participou do bicampeonato na Copa da Uefa, mas voltou para o tri na Liga Europa. Já conhecia bem o torneio, campeão com o Atlético de Madrid em 2009/10 e em 2011/12. Depois, no Nervión, se mostrou imprescindível em 2013/14 e 2014/15. No primeiro desses troféus, Reyes anotou um dos gols na classificação sobre o Betis, o momento de maior peso da campanha. Já em 2014/15, usou a braçadeira de capitão e deu uma das assistências na final contra o Dnipro. Completou o tri em 2015/16 com poucas aparições, em decorrência de um apendicite. Com cinco títulos no total, é o recordista histórico da Liga Europa.

Stéphane Mbia

Stéphane Mbia foi um coadjuvante estelar na conquista da Liga Europa em 2013/14 e depois também em 2014/15. O volante cresceu em momentos bastante importantes para que os rojiblancos se tornassem campeões. Os principais jogos do camaronês aconteceram nas semifinais do primeiro título, quando anotou gols nos dois jogos contra o Valencia e desmantelou os oponentes. Pegou gosto pela coisa e também auxiliou demais no troféu seguinte, com gol diante do Villarreal e assistência num tento agonizante contra o Zenit. Foi o único dos sevillistas a ser eleito para o time ideal nas duas edições do campeonato. Só não ficou para o tri, ao rumar para o Trabzonspor ao final de seu contrato.

Beto

Beto foi quem chegou mais próximo de emular Andrés Palop durante o tricampeonato do Sevilla. Os rojiblancos tiveram três arqueiros diferentes naquelas campanhas, com Sergio Rico e depois David Soria assumindo a meta. Contudo, o português se destacou mais que os outros, pelo heroísmo nos pênaltis em 2013/14. Sua primeira grande aparição aconteceu nas oitavas, no clássico contra o Betis definido na marca da cal. Pegou duas cobranças dos verdiblancos e permitiu a passagem dos sevillistas. Já na decisão contra o Benfica, Beto frustrou os compatriotas. Salvou as batidas de Óscar Cardozo e Rodrigo Moreno para garantir o caneco. Ainda estava no clube nas duas campanhas seguintes, mas como reserva.

Vitolo

A carreira de Vitolo não desabrochou muito além do Sevilla, com uma passagem frustrante pelo Atlético de Madrid. O ponta, porém, tem seu nome gravado no tricampeonato da Liga Europa. O atacante foi uma espécie de trunfo dos andaluzes em partidas pontuais e importantes. Na campanha de 2013/14, esteve entre os melhores em campo nos 4 a 1 sobre o Porto. Sua influência aumentou em 2014/15, com gols essenciais nas classificações diante de Borussia Mönchengladbach e Villarreal, além de quatro assistências nas últimas quatro partidas. Já em 2016/17, o ponta assumiu o papel de garçom sem qualquer problema. Liderou o Sevilla nas semifinais contra o Shakhtar e serviu o gol da virada na decisão contra o Liverpool. Foram 11 assistências nas três edições, líder no quesito.

Carlos Bacca

Bacca por vezes parece subestimado em sua carreira. Fato é que, em suas duas temporadas no Sevilla, o atacante marcou gols com uma facilidade imensa. Foi destrutivo nos dois primeiros títulos dos rojiblancos durante aquele tri da Liga Europa. O goleador anotou seis gols em 2013/14, com um tento nas oitavas contra o Betis (o mais notável), outro nas quartas diante do Porto e mais um nas semis contra o Valencia. Se passou em branco na final diante do Benfica, ao menos converteu o primeiro na disputa por pênaltis. E os sete gols em 2014/15 valeram ainda mais. Deixou sua marca nas duas partidas contra o Zenit nas quartas, além de atazanar a Fiorentina na semifinal com um gol e uma assistência. Já na decisão, participou dos três tentos nos 3 a 2 sobre o Dnipro. Serviu o primeiro e ainda marcou outros dois. Não à toa, saiu a peso de ouro para o Milan depois. Seu tri particular na Liga Europa veio com o Villarreal, em 2020/21.

Coke

Coke era o símbolo do empenho no Sevilla tricampeão da Liga Europa. O lateral direito não era um jogador brilhante, mas oferecia bastante regularidade pelos flancos e se fazia como uma presença obrigatória no time de Unai Emery. Coadjuvante nos títulos de 2013/14 e 2014/15, o defensor deixaria para fazer o jogo de sua vida na final de 2015/16. O capitão dos andaluzes esteve imparável nos 3 a 1 contra o Liverpool, quando marcou dois gols. Recebeu o prêmio de melhor em campo e se gravou para sempre no coração da torcida sevillista. Seria o ponto alto de uma carreira que repentinamente despencou. Coke aceitou uma proposta do Schalke logo depois e não deu certo na Bundesliga. Rodaria pelo Levante e atualmente veste a camisa do Ibiza. Nada comparado ao relâmpago que provocou na Basileia rumo ao tri.

Kevin Gameiro

Gameiro nem era o atacante principal do Sevilla em sua passagem pelo clube. Ainda assim, raríssimos jogadores merecem mais o rótulo de talismã. O francês foi o principal artilheiro dos andaluzes na caminhada do tri, com 18 gols divididos entre as três campanhas. E o detalhe é que aquelas foram suas únicas três temporadas no Nervión. A contribuição menos marcante é a do título de 2013/14, com seus seis gols mais concentrados nas fases iniciais, com destaque aos 16-avos de final contra o Maribor. O brilhantismo ficou mais claro em 2014/15, com quatro gols, mas papéis decisivos nos mata-matas diante de Villarreal, Zenit e Fiorentina. Já em 2015/16, Gameiro assinalou oito gols nos nove duelos dos mata-matas. Foram três contra o Shakhtar, dois contra o Basel, um contra o Athletic Bilbao. E não tinha como passar em branco na final contra o Liverpool.

Grzegorz Krychowiak

Foi impressionante como a carreira de Krychowiak desandou depois que ele saiu do Sevilla, rumo ao Paris Saint-Germain. Contudo, o investimento dos parisienses fazia total sentido pela grande fase do polonês no Nervión. Era um dos volantes mais imponentes da Europa, com força física e capacidade de distribuição, fundamental em dois dos três títulos dos rojiblancos. Chegou até a marcar gol na final contra o Dnipro em 2014/15, em seu primeiro troféu após ser trazido do Stade de Reims. Não balançaria as redes em 2015/16, mas ofereceu assistências essenciais contra Athletic Bilbao e Shakhtar Donetsk nos mata-matas. A reputação era tamanha que, em ambas as edições da Liga Europa, seria eleito para o time ideal do torneio.

Ever Banega

Banega merece estar num lugar privilegiado nesta lista, como um dos maiores jogadores do Sevilla na história da Liga Europa. O meio-campista se tornou o substituto de Rakitic em 2014/15 e fez com que a torcida não sentisse falta do croata. O argentino foi excepcional na reta final do bicampeonato, com papel decisivo nas semifinais contra a Fiorentina e prêmio de melhor em campo na decisão contra o Dnipro. O nível alto se manteve também durante o tri, quando Banega constou pela segunda vez consecutiva no time ideal do torneio. Atraído pela Internazionale, o maestro passou uma temporada na Itália. Após o retorno, foi monstruoso na caminhada para o troféu na Liga Europa 2019/20. Banega flutuou em campo durante a sequência de jogos únicos, no calendário impactado pela pandemia. Deu assistências nas oitavas contra a Roma, nas quartas contra o Wolverhampton e na decisão contra a Internazionale. Doutrinou os nerazzurri, participando de dois dos três gols do time. Foi o melhor jogador daquele campeonato, mesmo que a Uefa tenha premiado Romelu Lukaku. Seria seu ato final, antes de sair rumo ao futebol árabe.

Jules Koundé

Diego Carlos ficou mais em evidência na Liga Europa 2019/20, pela forma como foi do inferno ao céu, entre erros e a bicicleta salvadora na decisão. Apesar disso, na bola, Jules Koundé fez um torneio superior – apesar da capacidade inegável da parceria que formaram naqueles anos pelo Sevilla. O francês estava em sua primeira temporada na Andaluzia e, aos 19 anos, conquistou a confiança aos poucos. O torneio continental serviu de vitrine para mais gente perceber seu potencial imenso, entre explosão e qualidade técnica. Foi titular absoluto nos mata-matas, presente nos 90 minutos de todas as seis partidas. Terminou a temporada na seleção do campeonato e também entre os melhores beques do futebol europeu a partir de então.

Luuk de Jong

Luuk de Jong possui números bem fracos em sua passagem pelo Sevilla. São apenas 19 gols em 94 partidas, pouco para um centroavante. Não é à toa que o holandês foi preterido por Youssef En-Nesyri. A questão é que seu brilho, pontualíssimo, foi o mais intenso possível. A glória na Liga Europa 2019/20 é muito sua, e isso ninguém pode negar. De Jong marcou três gols na caminhada. Justo os três mais importantes. Durante as semifinais, contra o Manchester United, saiu do banco e carimbou a vitória por 2 a 1. Ganhou uma chance como titular na decisão contra a Inter e saiu como o melhor em campo, ao fazer mais dois gols. Liderou a reação no primeiro tempo, que culminou na virada por 3 a 2. É um nome inescapável nesta história de triunfos.

Jesús Navas

Jesús Navas é um dos maiores jogadores da história do Sevilla. Os quase 650 jogos que disputou pelo clube falam demais sobre sua grandeza. E o lateral está nas duas pontas das conquistas rojiblancas na Liga Europa. Era uma jovem promessa no bi da Copa da Uefa. Ainda como ponta direita, o garoto providenciou a assistência para Puerta no gol contra o Schalke que garantiu a vaga na final. Voltou a ajudar em 2006/07, quando frequentou mais vezes o banco, mas também deu uma assistência ímpar, na final, para o gol de Kanouté na prorrogação – antes que o Espanyol empatasse e perdesse nos pênaltis. Durante o tri da década passada, Navas buscava taças diferentes no Manchester City. Voltou para ser o capitão na Liga Europa 2019/20. Foi um dos melhores jogadores daquela edição do torneio, com um impacto tremendo na guinada dos andaluzes. Serviu De Jong no gol da vitória na semifinal contra o United e no gol de empate na final contra a Internazionale. A taça era sua, como foi de pouquíssimos na história.

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PS: Por feitos esportivos, Daniel Alves obviamente entraria nessa lista, e como um dos principais nomes. Mas, diante de sua situação jurídica, à espera da conclusão das investigações sobre o caso de estupro do qual é acusado, preferi não incluí-lo no que são textos de exaltação.

Foto de Leandro Stein

Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreveu na Trivela de abril de 2010 a novembro de 2023.

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