Champions League

[Vídeos] Messi x Tevez: o caminho dos craques até a final em Berlim

Barcelona e Juventus só chegaram à decisão da Champions por suas forças coletivas. Não fosse assim, dificilmente teriam passado por adversários de peso, como Real Madrid, Bayern, Dortmund e PSG. No entanto, o diferencial dos finalistas está nos pés fatais de dois craques. Mais do que quaisquer outros companheiros de elenco, por mais talentosos que sejam, Messi e Tevez são a cara da campanha de seus times. Autores de gols fundamentais nas fases anteriores e, não à toa, aqueles que geram mais expectativas em Berlim.

ESPECIAL: Barcelona x Juventus, a 90 minutos da glória tripla

Messi tem dividido bem as responsabilidades com Neymar e Luis Suárez. Mesmo assim, ninguém lhe tira o papel de comandar a equipe. Dos 28 gols do Barcelona até Berlim, 15 nasceram a partir de sua genialidade. É o artilheiro ao lado de Cristiano Ronaldo, ambos com dez gols, e também lidera o total de assistências. Sem falar na quantidade de lances mágicos. Porque, afinal, não dá para resumir o craque apenas pelas bolas nas redes. A quantidade de dribles distribuídos pelas pernas dos marcadores, especialmente nos mata-matas, é impressionante.

Já na Juventus, o homem da decisão também é um camisa 10 argentino. De igual fome de gol, mas de estilo totalmente diferente. Não que Tevez não tenha habilidade, longe disso. Mesmo assim, ela fica em segundo plano por toda a sua raça. A ferocidade de destroçar os adversários e só parar dentro do gol. Espírito que lhe rendeu sete gols na campanha, incluindo os que cavaram as covas de Borussia Dortmund e Real Madrid. Em um time bem mais exaltado por sua qualidade defensiva e pela técnica no meio-campo, não dá para se menosprezar o cara que tem feito a diferença nas duas últimas temporadas.

Abaixo, a caminhada espetacular de Messi e Tevez até Berlim:

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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