Champions League

Para além da mística: como surgiu o hino da Champions League e como impacta jogadores e até torcedores

Estudos indicam que o uso de uma música como o hino da Champions tem impacto no desempenho dos jogadores

Conteúdo da casa de aposta Betway, publicado com autorização. Confira a publicação original

Dia 22 de abril de 2015. O Real Madrid está alinhado para enfrentar o Atlético de Madrid, pelas quartas de final da Champions League. A câmera passa pelos jogadores e mostra Cristiano Ronaldo, a principal estrela do jogo, cantando o hino. Não era o hino do seu país, ou “Ode à Alegria”, que é oficialmente o hino da Europa. Era o hino da Champions League. Uma música tão conhecida que se tornou um objetivo. E a relevância é tão grande que quebrou a barreira do marketing e alcançou um reconhecimento raro no mundo, mesmo com quem nem gosta tanto de futebol. E vai ainda além disso: ouvir o hino da Champions League pode ter um efeito no jogo, servindo como uma melhora de desempenho, em certo nível.

Cristiano Ronaldo é um obcecado por vitórias, recordes e a Champions League em particular é uma competição onde ele é o rei, com mais jogos (183), mais gols (140). Para ele, é uma ocasião especial. Mas ele não é o único. A mística que envolve o hino da Champions é tão grande que se tornou um caso de sucesso da Uefa. É a competição de maior prestígio no mundo, ao menos entre clubes. Todo jogador sonha em disputar uma partida e se alinhar para ouvir aquele hino. Nada disso é por acaso.

Uma marca pensada para unir a Europa pela sua história

“A coisa toda foi montada – o elemento de marca, incluindo a música e o logotipo – do ponto de vista de ser completamente diferente. Então, se você olhar para muitas coberturas esportivas e muitas marcas esportivas, tudo é uma música barulhenta, um estilo jovem, colorido, impetuoso; isso te bate na cara o tempo todo”, conta Richard Worth, executivo da agência TEAM, contratada pela Uefa para fazer a criação da nova marca da competição, e citado na pesquisa “The New Symbols of European Football”, de Anthony King, da Universidade de Exeter, no Reino Unido.

“Novamente, eu não participei disso na época, mas a decisão foi tomada: ‘Vamos ser diferentes. Vamos para um estilo clássico’. Vamos partir para cores simples. Vamos escolher cores prateadas realmente preciosas, preto e branco”, explicou ainda Worth, na entrevista citada por King. 

A ideia sempre foi dar um ar de clássico, mesmo lá em 1992, quando a competição foi reformulada, com o nome refeito. Desde a escolha das cores ao estilo da música, tudo que a Uefa queria era criar algo que já nascesse clássico, que desse um ar de tradicional, histórico, que representasse algo que já existia há muito tempo, ainda que toda a marca estivesse sendo recriada naquele momento. Era um resgate à própria história, que remetia a 1955, a criação da chamada Copa Europeia (aqui no Brasil conhecida como Copa dos Campeões). 

O próprio Richard Worth ressaltou isso em um e-mail interno, citado na pesquisa de King: “As cores preto, branco e prateado da casa e o toque clássico demonstram que a competição tem tradição, história e se diferencia do comum”. A visão não era só de Richard Worth, claro, mas da TEAM como um todo, como ficou claro na documentação feita pela agência para criar uma padronização que tornasse todo o conjunto facilmente reconhecível pelo público.

“O uso cuidadoso dos elementos de marca especialmente desenvolvidos, o nome, o logo, as cores da casa, a música, os materiais de decoração do estádio e os gráficos de televisão resultaram em uma alta notoriedade da marca e uma imagem de marca claramente definida que representa a qualidade, prestígio e herança do melhor futebol europeu”, afirma documento da TEAM, de 1999, citado pela pesquisa de King. 

“Mágica… É mágica acima de tudo. Quando você ouve o hino, isso te cativa imediatamente. Você quer saber o que vai acontecer”

Zinedine Zidane

Era um momento em que a Europa queria criar um sentimento de união e o esporte era parte dessa nova política do continente. Foi justamente em 1992 que foi assinado o Tratado da União Europeia, também conhecido como Tratado de Maastricht, que é considerado a fundação da União Europeia como conhecemos hoje. Na mesma época em que a Uefa criava uma identidade para a competição que ela queria que simbolizasse o ápice do continente. Este documento de 1992 da União Europeia demonstra isso de forma clara: 

“Para atingir o objetivo final de uma Europa unida e coesa, será necessário forjar uma identidade europeia. Como parte integral da nossa herança, o esporte sempre uniu as pessoas, transcendendo as diferenças linguísticas e os estereótipos nacionais. O esporte europeu sempre em mudança, com a sua capacidade de quebrar barreiras, é um fator primordial para a integração. Só por isso, conquistou o seu lugar na nova Europa”, diz o comunicado da Comissão de Comunidades Europeias, de 1992. 

Era como a fome com a vontade de comer: a Europa se moldando em um novo tratado político, ao mesmo tempo que a sua principal competição ganhava a forma de algo clássico, histórico e que uniria o continente. A música escolhida como hino oficial da Europa é “Ode to Joy”, de Ludwig van Beethoven. Informalmente, porém, é a música da Champions que une todo o continente – e se tornou um símbolo mundial do mais alto nível da Europa.

A padronização criada pela TEAM para a competição ajudou nesse sentimento de uma só Europa. “Independentemente se você for um espectador em Moscou ou Milão, você sempre verá os mesmos materiais de decoração do estádio, a mesma cerimônia de abertura com a cerimônia com a bola e as estrelas e ouvirá o mesmo hino da Uefa Champions League”, diz documento da TEAM, de 1999. 

A Europa seria uma só politicamente e esportivamente, com a Champions League servindo a esse papel de integrar e mostrar isso ao mundo. O hino tem uma participação importante ao se tornar a música que simboliza a Europa através do esporte, não só dentro do continente, mas para o mundo. 

Uma música que nasceu clássica

A música da nova competição teria que seguir exatamente esses preceitos. Tony Britten foi escolhido para compor a música e buscou a inspiração em algo que remetesse ao que foi pedido a ele, tradição, história e um simbolismo enorme. Assim, a música que o inspirou foi Zadok the Priest, de Georg Friedrich Händel, que foi criada para a coroação do Rei George II em 1727. Depois disso, a música passou a ser usada na coroação de reis britânicos e se tornou um símbolo da tradição, história e prestígio da coroa. 

A música composta para a Champions League por Britten é diferente, mas tem uma clara inspiração em Händel e faz com que a competição fosse associada a monarquias do Antigo Regime da Europa, um tom majestoso, como se fosse um momento único, histórico e tradicional. Nada mais apropriado para o que a TEAM e a Uefa queriam para a Champions League, a competição que coroa a cada ano o rei da Europa entre os clubes. 

“Quando eles disseram que queriam uma música que refletisse a solenidade e importância dessa nova competição que eles estavam lançando, foi muito útil ter uma referência”, diz Tony Britten, o compositor britânico que compôs o hino. “Coloquei Zadok the priest e é uma grande afirmação de poder, sucesso, grandeza. Foi escrita para a coroação do rei George”, continuou o autor. “Eu acho que a música ressoa porque ela representa um sentido de grande ocasião”. 

Laurent Cochini, diretor de consultoria da Sixieme Son, especialista em marcas de áudio com sede em Paris, disse ao Yahoo em 2015 que o hino da Champions League é “A referência em termos de música no mundo do esporte”. 

“Do ponto de vista estritamente musical, é um hino no sentido primário do termo: há um aspecto guerreiro, religioso. Além disso, musicalmente não está ligado ao período que foi composto. Os gostos musicais mudam o tempo todo, então é difícil ter continuidade. Mas esta é uma música clássica, então não está nem na moda, nem fora de moda”, diz Cochini. 

A impressão dos jogadores

“É sempre emocionante ouvir o hino da Champions League”, disse à Uefa o goleiro Gianluigi Buffon, que já fez 124 jogos pela competição por Parma, Juventus e PSG, em entrevista à Uefa. Não é o único. “Mágica… É mágica acima de tudo. Quando você ouve o hino, isso te cativa imediatamente. Você quer saber o que vai acontecer”, afirmou Zinedine Zidane, também à Uefa, que marcou a história do torneio em campo, conquistando o título em 2002 fazendo gol na final pelo Real Madrid, e como técnico, levantando as taças em 2016, 2017 e 2018, também pelo clube espanhol.

Cristiano Ronaldo, como já foi dito, foi filmado cantando o hino como se fosse um hino nacional duas vezes, em 2015 e 2017. Lionel Messi, contemporâneo de Cristiano e com quem divide grande parte dos recordes da competição, também sabe o quanto aquela música emociona. 

“Quando você entra em campo e escuta o hino, sabe que é um jogo diferente, especial, importante”

Lionel Messi

“Quando você entra em campo e escuta o hino, sabe que é um jogo diferente, especial, importante”, afirmou o argentino à Uefa, outro que já fez história na competição com títulos em 2006, 2009, 2011 e 2015. Outro grande atacante também fala sobre a grandiosidade que a música transmite. “Mesmo quando você está das arquibancadas, de fora, é incrível”, comenta Luis Suárez, que jogou o torneio por Ajax, Liverpool, Barcelona e Atlético de Madrid e foi campeão do torneio ao lado de Messi, em 2015. 

“Na final, é algo especial e quando você ouve isso, você sabe que está em um grande jogo”, comentou Thibaut Courtois, que viveu uma final com o Atlético de Madrid, jogou pelo Chelsea e hoje defende o maior campeão do torneio, o Real Madrid, quando entrevistado pela Uefa sobre o jogo pelo Atlético de Madrid, em 2014.

“Quando você entra, você se forma ali e começa a tocar o hino da Champions League, aquilo arrepia qualquer um”, explicou o zagueiro brasileiro Thiago Silva à Uefa, que já viveu a Champions League por Milan, PSG e Chelsea. Estamos falando de um jogador que disputou três Copas do Mundo, em 2010, como reserva, em 2014, como capitão, e em 2018, como um dos líderes. E tem tudo para chegar à sua quarta neste ano de 2022, onde a emoção do hino nacional costuma ser também bastante emocionante.

Não é apenas algo dessa geração anterior. O atacante Erling Braut Haaland, uma estrela da competição aos 21 anos, mostra o quanto o hino tem um efeito grande também nos mais novos. Ele usa o hino como despertador. “Acordo com ele todos os dias. É a última música que eu vou me cansar. Sempre tenho um começo perfeito do dia”, ele contou. O norueguês já publicou no Instagram um vídeo com ele cantando o hino da Champions no seu próprio carro.

Kylian Mbappé, um dos grandes jogadores da atual geração, publicou um vídeo onde ele tira um tiramisu da geladeira e levanta como se fosse um troféu. A música ao fundo? O hino da Champions League. Nesta temporada, o jovem Jamal Musiala também comentou sobre a importância do hino. “O hino da Champions League é muito especial. Ouço o hino desde que era criança.  Agora estou de pé no campo e ouvindo, é incrível e divertido. É uma honra para mim”, afirmou o jogador do Bayern de Munique, em entrevista à TV do clube, em abril.

Ciência mostra impacto que o hino pode ter nos jogadores

Sabemos que o hino tem uma carga emocional para quem gosta de futebol e particularmente da Champions League, mas há algum impacto real nos atletas em termos de desempenho? Isso é algo que a ciência tem estudado e indica que sim, há um impacto. Além de toda a mística do que representa o hino em um jogo da Champions League, esse tipo de estímulo pode afetar até mesmo a percepção que os atletas têm em relação ao esforço físico durante a partida, o que significa um efeito que vai além do psicológico e emocional e chega ao físico.

No livro “Alucinações musicais”, Oliver Sacks relata como a música o ajudou a descer de uma montanha quando se acidentou de forma grave e precisava buscar atendimento, como a música o ajudou a voltar a andar e como ele mesmo, um médico, usou isso para ajudar uma paciente a voltar a andar, porque ela sentia estímulos quando ouvir um determinado tipo de música. 

O ritmo musical ajudava nos movimentos do corpo, de modo a recuperar esses movimentos, em caso de traumas. Mas o impacto podia ser visto também em atletas. Foi além disso: ele relata no livro o que um médico e triatleta, Malonnie Kinnison, relatou sobre a sua prática em ciclismo de competição.

“Faz alguns anos que pratico o ciclismo competitivo, e sempre me interessei pelas provas contra o relógio, um evento em que o atleta compete apenas contra o tempo. O esforço necessário para destacar-se nessa prova é doloroso. Costumo ouvir música enquanto treino, e desde o início notei que algumas músicas eram particularmente e motivadoras e me inspiravam a um nível alto de esforço. Um dia, nas primeiras etapas de uma importante prova contra o relógio, alguns compassos de abertura de Orfeu no inferno, de Offenbach, começaram a tocar na minha cabeça. Isso foi maravilhoso: estimulou meu desempenho, estabeleceu a cadência no tempo ideal e sincronizou meus esforços físicos com a respiração. O tempo desmoronou. Entrei num barato e, pela primeira vez na vida, senti muito ver a linha de chegada. Foi o meu melhor tempo”, relata Kinnison, citado no livro de Sacks.

Essa impressão está fundamentada na ciência. O professor Marcelo da Silva Marques, doutorando da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da Universidade de São Paulo (USP), e com trabalho na área de concentração de Estudos Biodinâmicos da Educação Física e Esporte, afirma que há influência da música no desempenho dos atletas. 

Um estudo conduzido por Marques quis entender se a música poderia ser um estímulo positivo no desempenho da tarefa física ou se a música poderia atenuar a percepção de esforço, dando a sensação de ser menos cansativa aquela tarefa. O estudo analisou pessoas fazendo um esforço físico de alta intensidade com o uso de música, alguns com música auto selecionada, ou seja, escolhida por ele mesmo, e outros com música imposta. Os participantes do estudo tinham que fazer tiros de velocidade ao som de música e isso teve um efeito em cada um.

“Durante o desempenho, não houve efeito da música, fosse imposta ou auto selecionada, mas em compensação, durante o intervalo de recuperação entre os tiros, os participantes reportaram menos desconforto. Durante o exercício, nada mudou, mas a percepção de cansaço foi atenuada durante o intervalo. Ou seja, ele ia para o próximo tiro menos cansado”, afirmou Marcelo Marques, em entrevista à Betway.

Para Marques, o ato de ouvir música antes de competições ou jogos, algo muito comum entre os jogadores de futebol, pode influenciar o desempenho desse atleta. “Com certeza. Acreditamos que o estímulo musical antes do desempenho da tarefa, seja atleta ou alguém indo para uma academia, causa um efeito”, diz. 

“O que impacta muito é qual exercício será feito. No nosso caso, a nossa pesquisa foi com exercício intervalado de alta intensidade. É um exercício que provoca muito desconforto. O caminho de ativação cerebral que a música agiria para atenuar esse desconforto é praticamente fechado, porque a resposta muscular daquele exercício é muito alta, muito forte”.

“Mas quando um atleta ouve música antes do exercício, antes da tarefa dele, muito provavelmente ou é para ele se acalmar, dado o ambiente, estar sob pressão, tem que ser campeão, tem que ganhar, então ele usa a música para ganhar, ou a música como estímulo, para ele ficar mais energizado, mais estimulado a desempenhar aquela tarefa”, explica Marques. 

O pesquisador lembra ainda que a Olimpíada de Tóquio em 2021 ainda mostrou isso de forma mais evidente com o skate, com alguns atletas competindo ouvindo música no fone de ouvido enquanto faziam as manobras. Quando se trata do hino da Champions, que ganhou um significado universal dentro do futebol, Marques acredita que há sim impacto nos jogadores.

Tenho certeza que o efeito da música da Champions League é fundamental para todos os atletas que participam dessa competição. Existe uma discussão, que já está bem fundamentada na ciência, que a música por trás do exercício tem vários aspectos, o cultural, a relação com a pessoa, o pertencimento a um grupo específico”, afirma Marques. 

“Acordo com ele todos os dias. É a última música que vou me cansar. Sempre tenho um começo perfeito do dia”

Erling Braut Haaland

“Nesse caso, quando a gente traz a música da Champions League para esses atletas, deve ter uma sensação de pertencimento muito grande. ‘Eu jogo a competição de clubes mais importante’, que é a competição europeia de clubes. Então, com certeza para eles, ouvir essa música ali na hora do campo ou mesmo antes do jogo gera aquela sensação de desempenhar, de estar envolvido, aquela sensação de fazer o melhor e entregar o melhor para o clube ou para o torcedor ou para a cidade, já que os clubes têm uma relação com a cidade onde são sediados”, explica ainda o pesquisador.

“Aqui penso que o grande efeito está na pré-ativação. Chamamos isso de uma ‘energização pré-exercício’. Ele entraria no jogo mais preparado psicologicamente. Claro que esse efeito se perde durante o jogo, dada duração e oscilações emocionais que ocorrem durante a partida (como gols a favor, contra, erros, etc).”, continua Marques. “No futebol o que se sabe é que a música é utilizada antes para energização pré-exercício com o foco no estímulo psicológico para entrar na partida o mais ativado possível”.

Dada a ocasião de formalidade, seria possível comparar o hino da Champions com o de um país, tocando antes de jogos de seleções? “Acredito que tem efeito similar ou até maior. Note que no clube o atleta joga semanalmente. Na Champions menos, mas são sempre jogos muito pegados, difíceis”, explica Marques. 

“No caso da seleção, isso passa mais pelo patriotismo que o atleta tem com seu país, identificação com a torcida, adicionado ao tempo que ele não joga em clubes do país dele. Alguns saem crianças do seu país e só jogam na Europa. Talvez o efeito do hino seja menor nesses casos. Além do mais, alguns jogos das seleções são mais fáceis, jogos amistosos, etc. Num clube de nível de Champions, isso quase não acontece”, continua.

Dos campos profissionais para as peladas

A música da Champions tem um efeito tamanho que extrapola os atletas. Para Marques, o estímulo pode se estender até mesmo a atletas amadores ou pessoas que queiram começar a praticar exercícios. “Acredito que esse efeito pode existir. Principalmente se for um esporte relacionado à música”, afirma Marques. “No caso da música da Champions, penso que para um atleta amador ou um peladeiro de fim de semana, pode ser um ótimo estimulante”. 

“Claro que seria por meios distintos. No atleta, o efeito é o que relatei antes. No amador seria mais como motivação para envolvimento no exercício. Prazer em estar naquele local para jogar bola. Se sentir atleta, mesmo não sendo”, explicou o professor. “Por fim, e já trazendo para o nosso estudo, a música poderia atenuar o cansaço e a desmotivação em iniciar a atividade física. Então, talvez a música da Champions pré-jogo amador pode ser um estimulante para atenuar a falta de vontade em iniciar a prática do exercício”, explica o pesquisador.

Então, se você coloca a música da Champions antes de uma pelada com os amigos ou mesmo para ir à academia, você não está viajando: pode mesmo ser um bom estímulo, como é para os jogadores profissionais ao entrarem em campo. Seja entre os profissionais, amadores ou só entusiastas, a música da Champions pode ajudar na hora de ter desempenho físico. 

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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