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Pai de Aké morreu minutos depois do filho marcar seu primeiro gol na Champions League

O zagueiro de 26 anos do Manchester City abriu o placar da vitória por 6 x 3 sobre o RB Leipzig na última quarta-feira

Nathan Aké não tem encarado dificuldades desde que foi contratado do Manchester City. Sua primeira temporada no clube foi limitada a 13 partidas por uma lesão na coxa. Na última quarta-feira, foi titular contra o RB Leipzig e marcou seu primeiro gol na Champions League com uma forte cabeçada. O que era para ser um momento de pura alegria transformou-se em tristeza pela notícia de que o seu pai, Moise, morreu apenas minutos depois de o filho abrir o placar no Etihad Stadium.

Segundo o zagueiro, ele estava muito doente há algumas semanas e não havia mais tratamento possível. A natureza da doença não foi revelada. No começo de setembro, Aké deixou a delegação da seleção holandesa que se preparava para enfrentar a Turquia por motivos pessoais.

“As últimas semanas foram as mais difíceis da minha vida. Meu pai estava muito doente e não havia mais tratamento possível. Eu tive a sorte de ter muito apoio da minha noiva, da minha família e amigos”, afirmou o jogador de 26 anos em uma publicação no seu Instagram.

“Ontem (quarta-feira), após um período difícil, eu marquei meu primeiro gol na Champions League e, apenas alguns minutos depois, ele morreu pacificamente com minha mãe e meu irmão ao seu lado”.

“Talvez fosse para acontecer assim. Me ver jogar sempre o deixou orgulhoso e feliz. Eu sei que você sempre estará comigo. Você sempre estará no meu coração e esse foi para você, pai”, completou.

Formado pelo Feyenoord, Aké chegou à Inglaterra pelo Chelsea e se destacou com a camisa do Bournemouth antes de assinar com o Manchester City para a última temporada.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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