Champions League

Os garotos do Atlético de Madrid aproveitaram o duelo com o Astana para humilhar

O Atlético de Madrid teve o seu desafio mais tranquilo na fase de grupos da Champions League. Recebeu o Astana dentro do Vicente Calderón, para garantir mais três pontos e permanecer na zona de classificação do Grupo C. Serviço feito graças ao brilhantismo de algumas jovens promessas no elenco de Diego Simeone. O comandante aproveitou para realizar a rotação do time e deu espaço aos garotos, que não decepcionaram. Sobretudo, Ferreira Carrasco, Óliver Torres e Saúl Ñíguez, que protagonizaram lances de plasticidade contra os cazaques.

Mesmo o Astana não levou tão a sério o jogo contra o Atlético de Madrid. Pensando na sequência importante que tem pelo Campeonato Cazaque, o técnico Stanimir Stoilov levou para Madrid apenas quatro reservas (três jogadores de linha e um goleiro), poupando o restante do elenco das viagens. Só não dava para esperar um grande resultado. Aos 23 minutos, Saúl abriu o placar com um golaço. Dentro da área, o meio-campista humilhou os adversários com belo toque de letra. Mais um para a conta de quem já fez de bicicleta na goleada sobre o Real Madrid, na última temporada.

Ainda na primeira etapa, Jackson Martínez ampliou. E o garoto Óliver Torres ainda saiu do banco para fazer a sua pintura na volta do intervalo. Dentro da área, o camisa 10 matou o goleiro com um toque de cobertura. Festa mais do que assegurada. Jogando na ponta, Ferreira Carrasco chamou a marcação para dança, com um lindo toque por entre as pernas. Sinal mais do que claro sobre como o Astana estava perdido. Tanto que o último gol foi contra, com Dedechko desviando para as próprias redes, aos 44 da segunda etapa.

Com a vitória, o Atlético de Madrid assume a liderança do grupo, ajudado pela derrota do Benfica na visita ao Galatasaray em Istambul. E os colchoneros mostram que, mais do que um time competitivo atualmente, possuem qualidade para melhorar no futuro.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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