Champions League

Di Matteo acerta contas com a história

Estádio, Camp Nou, 18 de abril de 2000. O Chelsea decidia sua sorte nas quartas de final da Liga dos Campeões contra o Barcelona e havia vencido o primeiro jogo por 3 a 1. O Barça tinha Rivaldo, então melhor jogador do mundo, e uma enxurrada de holandeses, mas estava longe de ser o time dominante que é hoje. Ainda assim, devolveu o placar no tempo normal e ganhou a prorrogação por 2 a 0 com gols de Rivaldo e Kluivert.

Roberto Di Matteo estava em campo naquela oportunidade. Meio-campista, era titular e ídolo da torcida dos dos Blues (prova disso é que foi eleito para a seleção do século do time). Encerrou a carreira no Chelsea em 2002, um ano antes de Roman Abramovich começar a gastar sua grana na montagem de esquadrão. Retornou em junho de 2011 como auxiliar de André Villas-Boas, e com a queda do português, assumiu o cargo com a missão de fazer o time crescer, mesmo com a turma de “senadores” que manda no vestiário, e sobreviver na Liga dos Campeões.

A missão era difícil. A situação era exatamente inversa à de 2000. O Chelsea havia perdido a primeira partida por 3 a 1 para o Napoli, mas devolveu o placar no tempo normal e ganhou a prorrogação por 1 a 0. Levou a vaga na camisa, assim como havia perdido na camisa para o Barcelona, usou a qualidade do elenco e o prestígio adquirido nos últimos anos. Reverteu pela primeira vez uma desvantagem de dois gols pela primeira vez em sua história na LC. E Di Matteo teve a oportunidade de acertar contas com a história.

Foto de Equipe Trivela

Equipe Trivela

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