Após fracasso na repescagem, Hiddink deixa a Turquia

O técnico Guus Hiddink deixou o comando da seleção da Turquia, depois do fracasso na repescagem da Eurocopa contra a Turquia. O holandês deixou o cargo culpando os clubes turcos, que não dão oportunidade a jovens.
O último jogo do holandês no comando da Turquia foi o empate por 0 a 0 no jogo de volta contra a Croácia, que eliminou a Turquia. Hiddink criticou o “sistema ineficiente”, que impede que jovens jogadores se desenvolvam.
“Todos os times representando um país, começando do sub-14 até o principal, depende de como os clubes estão organizados e quão seriamente eles encaram a educação dos jogadores desde os dez anos”, declarou o treinador.
“Em países como a Alemanha e a Holanda, esse sistema está altamente desenvolvido e os resultados são óbvios. A Holanda é um país pequeno, mas a seleção sempre está nos grandes torneios, com a solitária exceção da Copa do Mundo de 2002, porque os jogadores jovens estão ganhando mais chances de jogar nos seus clubes e estão bem educados”, analisou.
“Por outro lado, apenas um ou dois jogadores da Turquia sub-19 e sub-21 chegam à seleção principal, enquanto nesses países é um processo confiável, na Turquia é exceção”, explicou. “A Turquia tem muito potencial, mas apenas participará de grandes torneios com mais frequência se o sistema estiver organuizado de uma maneira melçhor, porque a fundação deve ficar nos clubes e ser 100% eficiente”, disse ainda o holandês.
O técnico Guus Hiddink deixou o comando da seleção da Turquia, depois do fracasso na repescagem da Eurocopa contra a Turquia. O holandês deixou o cargo culpando os clubes turcos, que não dão oportunidade a jovens.
O último jogo do holandês no comando da Turquia foi o empate por 0 a 0 no jogo de volta contra a Croácia, que eliminou a Turquia. Hiddink criticou o “sistema ineficiente”, que impede que jovens jogadores se desenvolvam.
“Todos os times representando um país, começando do sub-14 até o principal, depende de como os clubes estão organizados e quão seriamente eles encaram a educação dos jogadores desde os dez anos”, declarou o treinador.
“Em países como a Alemanha e a Holanda, esse sistema está altamente desenvolvido e os resultados são óbvios. A Holanda é um país pequeno, mas a seleção sempre está nos grandes torneios, com a solitária exceção da Copa do Mundo de 2002, porque os jogadores jovens estão ganhando mais chances de jogar nos seus clubes e estão bem educados”, analisou.
“Por outro lado, apenas um ou dois jogadores da Turquia sub-19 e sub-21 chegam à seleção principal, enquanto nesses países é um processo confiável, na Turquia é exceção”, explicou. “A Turquia tem muito potencial, mas apenas participará de grandes torneios com mais frequência se o sistema estiver organuizado de uma maneira melçhor, porque a fundação deve ficar nos clubes e ser 100% eficiente”, disse ainda o holandês.
Hiddink, de 65 anos, dirigiu anteriormente a Holanda, a Coreia do Sul, a Austrália e a Rússia, além de clubes como PSV, Real Madrid e Chelsea.



