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MLS quer estádio em região nobre de Nova York

O comissionário da Major League Soccer (MLS), Don Garber, quer um estádio de futebol em Manhattan, região nobre de Nova York, para um potencial novo time na liga norte-americana de futebol.

O dirigente máximo da MLS falou sobre a possibilidade de um novo time em Nova York, Garbager declarou que a prioridade é um estádio em Manhattan e adicionou que a franquia teria um preço em torno de US$ 100 milhões.

“Nós precisamos ter um grande estádio”, disse Garber. “Nós esperamos que esse estádio seja em Manhattan. Se nós tivermos isso finalizado, se nós pudermos financiá-lo adequadamente, não teremos nenhum problema em conseguir um dono para o time e conseguir US$ 100 milhões, próximo a US$ 100 milhões como preço para o clube. Mas nós precisamos ter um estádio. Não conseguimos isso ainda”, explicou o dirigente máximo do futebol na liga dos Estados Unidos.

Perguntado sobre as razões para ter um estádio em Manhattan, o comissionário ressaltou a importância da região em uma das maiores cidades do mundo. “Há muitos lugares diferentes que estamos olhando. Por que Manhattan? Porque não seria ótimo ter um estádio de futebol em Manhattan? Se você não pode ter um lá, então tentaremos ir para o Queens, ou algum outro lugar”, respondeu Garber.

A área mais provável para o estádio seria em westside, o lado oeste da cidade, possivelmente em Westwide Railroads, de acordo com uma fonte da MLS. Lá é o local onde os políticos da cidade de Nova York queriam construir um estádio para o Jets (do futebol americano) para uma proposta de sediar as Olimpíadas.

Garber afirmou que pretende se encontrar com o prefeito de Nova York na próxima semana e reiterou que o fato de que o New Yor Red Bulls apoia a inciativa de ter um segundo time na região.

“O NY Red Bulls está se esforçando”, disse Garber. “Eles acreditam que ter um rival e focar os esforços em Nova York iria possibilitá-los captar mais a atenção das 13 milhões de pessoas que moram na cidade. É muito diversa etnicamente. Eles estão fazendo um grande trabalho, mas eles não estão conseguindo emplacar, então eles acreditam que um rival ajudaria”, afirmou o dirigente.

“Nós gostaríamos de ter um outro time para captar o mercado de mídia na cidade, então continuaremos trabalhando nisso. Não estamos nem perto da situação que estávamos na última vez que falamos com vocês [imprensa]. Nós estamos muito, muito focados nos planos do estádio. Nós teremos um encontro com o pessoal da prefeitura na próxima semana. Nós tentaremos ter algum progresso com as instalações”, declarou o comissionário, revelando a reunião agendada com os governantes da cidade.

O New York Cosmos, que voltou a operar com proprietários da Sela Sport, empresa da Arábia Saudita, estão entre ao menos dois grupos interessados em tornar-se o 20º time na liga. “Foi uma grande mudança de propriedade”, afirmou Garber sobre a franquia que já teve Pelé entre seus jogadores. “Eles são um grupo do Oriente Médio que uniram as pessoas, cercados por algumas pessoas do esporte que nós achamos que têm alguma credibilidade”, afirmou.

O Cosmos teve problemas com suas categorias de base, não pagando as equipes que eram usadas nas ligas de categorias menores, e acabou processado. O montante era de cerca de US$ 220 mil e o processo era um dos motivos que complicava a entrada do Cosmos na MLS.

O dono das instalações, Blau-Weiss Gottschee, da Gottschee Development Academy, acusou a franquia de não fazer o pagamento devido depois do acordo, que permitiu ao Cosmos usar o nome de Cosmos Academy, uma espécie de franquia, como acontece em clubes brasileiros com escolas de futebol para garotos. Aparentemente, o problema está resolvido.

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