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Guia da MLS – Parte II

Na semana passada, a Trivela trouxe uma análise dos times da Conferência Oeste da MLS. Amanhã começa a temporada regular da liga e hoje é dia de conhecer os clubes do Leste, incluindo o novato Montréal Impact.

Legenda
Jogador (posição, clube de origem ou destino)
+ – Empréstimo
# – Volta de empréstimo
@ – Transferência via draft de expansão (onde o Montréal pode selecionar jogadores de outros clubes)

Chicago Fire
Nome: Chicago Fire Soccer Club
Ano de ingresso na MLS: 1998
Site oficial: http://www.chicago-fire.com/
Estádio: Toyota Park (20.000 lugares – grama natural)
Técnico: Frank Klopas
Colocação em 2011: 11º lugar na temporada regular (6º no Leste)
Competição continental: Nenhuma
Destaque: Pavel Pardo
Quem chegou: Jay Nolly (G, Vancouver), Kheli Dube (A, New England), Rafael Robayo (livre), Federico Puppo (A, livre), Austin Berry (D, draft), Lucky Mkosana (A, draft), Hunter Jumper (D, draft), Tony Walls (M, draft), Arne Friedrich (D, livre), Paolo Tornaghi (G, livre)
Quem saiu: Christian Nazarit (A, livre), Gabriel Ferrari (A, livre), Alec Dufty (G, livre), Baggio Husidic (M, Colorado), Jon Conway (G, LA Galaxy), Diego Chaves (A, livre), Yamith Cuesta # (Expreso Rojo-COL), Josip Mikulic (D, desistência)
Time base (4-4-2 diamante): Johnson, Gargan, Anibaba, Gibbs, Segares; Pardo; Pause, Pappa; Grazzini; Oduro, Nyarko

A chegada de Sebastian Grazzini e Pavel Pardo no andamento da última temporada fez com que o Fire conseguisse uma última corrida por uma vaga nos playoffs, mesmo depois de um início ruim. A classificação não veio, mas criou uma boa expectativa para o ano de 2012 na  cidade de Chicago.

Quem já se beneficiou muito da chegada de Pardo e Grazzini foi o rápido atacante Dominic Oduro. Em 2012, o ganês quer provar que o bom 2011 não foi sorte e deve ser a principal fonte de gols do Fire. O grande problema da equipe é saber se Jay Nolly poderá substituir bem Sean Johnson, enquanto o goleiro titular estiver com a seleção sub-23 dos EUA.

Columbus Crew
Nome: The Columbus Crew
Ano de ingresso na MLS: 1996
Site oficial: http://www.thecrew.com/
Estádio: Columbus Crew Stadium (20.455 lugares – grama natural)
Técnico: Robert Warzycha
Colocação em 2011: 9º lugar na temporada regular (4º no Leste). Eliminado na fase preliminar da MLS Cup
Competição continental: Nenhuma
Destaque: Chad Marshall
Quem chegou: Carlos Mendes (D, NY Red Bulls), Milovan Mirosevic (M, livre), Olman Vargas (A, livre), Ethan Finlay (A, draft), Aubrey Perry (D, draft), Kevan George (M, draft), Kirk Urso (M, draft), Jamie Finch (D, draft)
Quem saiu: Josh Gardner @ (D, Montréal), Santiago Prim (M, desistência), Dejan Rusmir (D, desistência), Andrés Mendoza (A, livre), Kevin Burns (M, livre), Jeff Cunningham (A, livre), Robbie Rogers (M, Leeds United-ING), Emmanuel Ekpo (M, Molde-NOR)
Time base (4-4-2 diamante): Gruenebaum (Hesmer), Miranda, Marshall, Mendes, Francis; Tchani; Gaven, Duka; Mirosevic; Renteria, Vargas

Um nome ainda faz muita falta em Columbus: Guillermo Barros Schelotto. Como disse Grant Wahl, jornalista da Sports Illustrated em seu prognóstico, o Crew ainda não conseguiu se recuperar após a saída do argentino que liderou o clube na conquista da MLS Cup em 2008.

Se o Crew quiser almejar algo na temporada, o goleiro Will Hesmer terá que voltar de lesão “roubando” jogos para a equipe, assim como ele fez muito em 2008 e 2009. E a esperança de criação é o recém chegado Milovan Marosevic, que já recebe comparações referentes ao estilo do “fantasma” Schelotto.

D.C. United
Nome: D.C. United
Ano de ingresso na MLS: 1996
Site oficial: http://www.dcunited.com/
Estádio: Robert F. Kennedy Stadium (45.596 lugares – grama artificial)
Técnico: Ben Olsen
Colocação em 2011: 13º lugar na temporada regular (7º no Leste)
Competição continental: Nenhuma
Destaque: Dwayne De Rosario
Quem chegou: Robbie Russell (D, Salt Lake), Nick DeLeon (M, draft), Lance Rozeboom (M, draft), Maicon Santos (A, livre), Danny Cruz (M, Houston), Emiliano Dudar (D, livre), Hamdhi Salihi (A, Rapid Vienna-AUT), Andrew Dykstra (G, livre), Marcelo Saragosa (M, Ravan Baku-AZE)
Quem saiu: Santino Quaranta (M, aposentadoria), Marc Burch (D, Seattle), Clyde Simms (M, New England), Brandon Barklage (M, livre), Steve Cronin (G, livre), Joseph Ngwenya (A, livre), Jed Zayner (D, livre), Devon McTavish (D, livre), Austin da Luz (M, desistência), Blake Brettschneider (A, desistência), Conon Shanosky + (M, Fort Lauderdale)
Time base (4-4-2 diamante): Hamid, Russell, McDonald, Dudar, Woolard; Kitchen; Najar, Pontius; Boskovic; De Rosario, Salihi

O United recebeu um presente dos Red Bulls durante a temporada passada: Dwayne De Rosario. E o time da capital norte-americana assegurou a permanência do canadense, que mesmo jogando em três times diferentes em 2011 foi o MVP da liga. Foi a principal movimentação do DCU na janela de transferências.

A grande questão é saber como o time irá se portar com as ausências de Bill Hamid e Perry Kitchen durante várias rodadas, já que os dois são importantes para o clube, mas são duas presenças garantidas nas convocações da seleção sub-23 dos Estados Unidos.

Houston Dynamo
Nome: Houston Dynamo
Ano de ingresso na MLS: 2006
Site oficial: http://www.houstondynamo.com/
Estádio: BBVA Compass Stadium (22.000 lugares – grama artificial)
Técnico: Dominic Kinnear
Colocação em 2011: 7º lugar na temporada regular (2º no Leste). Vice-campeão da MLS Cup.
Competição continental: Classificado para a Concacaf Champions League 2012/13
Destaque: Brad Davis
Quem chegou: Nathan Sturgis (M, Toronto), Colin Rolfe (A, draft), Warren Creavalle (M, draft), Brian Ownby (A, draft), Karo Okioman (A, draft), Eder Arreola (M, draft), Phillip Aseweh (A, draft), Mac Kandji (M, Colorado), Eric Marscheider (G, desistência)
Quem saiu: Francisco Navas (M, desistência), Evan Newton (G, desistência), Carlo Costly (A, livre), Hunter Freeman (D, Colorado), Jason Garey (A, livre), Eddie Robinson (D, livre), Danny Cruz (M, DC United)
Time base (4-4-2): Hall, Hainault, Boswell, Cameron, Ashe; Clark, Moffat, Camargo, Davis; Bruin, Ching

A temporada 2012 trará para o Houston Dynamo a mesma dificuldade que o Sporting Kansas City teve em 2011. Como o BBVA Compass Stadium só abrirá em maio, os sete primeiros jogos do Dynamo serão fora de casa. Não deve ser um problema muito grande, mas os atuais vice-campeões da MLS Cup devem tomar cuidado, já que dois desses jogos são contra New York e Seattle.

Brad Davis, que não pode participar da final da MLS Cup, será mais uma vez a fonte primária de jogadas do time laranja. A defesa se mantém a mesma do ano passado, com os sólidos Hainault, Boswell e Cameron liderando a linha. Resta saber se o ataque de Bruin e Ching, que foi trazido de volta de Montréal após ser selecionado no draft de expansão, aproveitará as chances que lhes forem dadas.

Montréal Impact
Nome: Impact de Montréal
Ano de ingresso na MLS: 2012
Site oficial: http://www.impactmontreal.com/en
Estádio: Olympic Stadium (66.308 lugares – grama artificial) / Saputo Stadium (20.341 lugares – grama natural)
Técnico: Jesse Marsch
Colocação em 2011: Não participou da MLS
Competição continental: Nenhuma
Destaque: Justin Braun
Quem chegou: Nelson Rivas (D, livre), Jeb Brovsky @ (D, Vancouver), Bobby Burling @ (D, San Jose), Josh Gardner @ (D, Columbus), Justin Mapp @ (M, Philadelphia), Sanna Nyassi @ (M, Colorado), James Riley @ (D, Seattle), Zarek Valentin @ (D, Chivas USA), Seth Sinovic @ (D, Sporting KC), Collen Warner @ (M, Salt Lake), Gerson Mayen (M, Chivas USA), Justin Braun (A, Chivas USA), Tyson Wahl (D, Seattle), Bryan Arguez (M, livre), Davy Arnaud (M, Sporting KC), Donovan Ricketts (G, LA Galaxy), Miguel Montaño (M, Seattle), Greg Sutton (G, NY Red Bulls), Patrice Bernier (M, livre), Felipe Martins (M, livre), Andrew Wenger (D, draft), Calum Mallace (M, draft), Evan James (M, draft), Steven Miller (A, draft), Carl Haworth (A, draft), Geinier Garcia (D, Vancouver), Shavar Thomas (D, livre), Mike Fucito (A, Seattle), Lamar Neagle (M, Seattle), Eduardo Sebrango (A, livre), Matteo Ferrari (D, livre)
Quem saiu: James Riley (D, Chivas USA), Seth Sinovic (D, Sporting KC), Eddie Johnson (A, Seattle), Ian Westlake (M, desistência)
Time base (4-4-2): Ricketts, Valentin, Ferrari, Wahl, Gardner; Arnaud, Felipe Martins, Bernier, Mapp; Braun, Fucito 

O que esperar do Montréal Impact? A gerência do time realmente fez um trabalho duro para fazer com que o clube pudesse chegar aos playoffs já na primeira temporada, mas essa é uma tarefa extremamente difícil para qualquer time de expansão, tanto que apenas duas equipes conseguiram esse feito (Chicago em 1998 e Seattle em 2009).

O time fez um bom draft de expansão e um bom mercado como um todo. O ataque tem boas peças e Justin Braun deve ser o destaque entre eles. A expectativa é grande para ver a combinação de Patrice Bernier, nativo de Montréal, e Felipe Martins no meio-campo, que deve bastante efetivo.

New England Revolution
Nome: New England Revolution
Ano de ingresso na MLS: 1996
Site oficial: http://www.revolutionsoccer.net/
Estádio: Gillette Stadium (22.385 lugares – grama artificial)
Técnico: Jay Heaps
Colocação em 2011: 17º lugar na temporada regular (9º no Leste)
Competição continental: Nenhuma
Destaque: Benny Feilhaber
Quem chegou: Dan Borman (D, Toronto), Nate Jaqua (A, Seattle), Clyde Simms (M, DC United), John Lozano (D, América de Cali-COL), Fernando Cardenas + (M, América de Cali-COL), Kelyn Rowe (M, draft), Tyler Polak (D, draft), Alec Purdie (M, draft), Rick Smith (M, draft), Kevin Garcia (D, draft), Mike Roach (A, draft), José Moreno + (A, Once Caldas-COL), Saer Sane (A, Bayern-ALE), Lee Nguyen (M, desistência), Blake Brettschneider (A, desistência) 
Quem saiu: Alan Koger (A, desistência), Otto Loewy (D, desistência), Andrew Sousa (M, desistência), Milton Caraglio (A, livre), Monsef Zerka (A, livre), Ryan Cochrane (D, livre), Franco Coria (M, livre), Pat Phelan (M, livre), Kheli Dube (A, Chicago), Zach Schilawski (A, livre), Ryan Kinne (M, desistência), Rajko Lekic (A, Lyngby-DIN)
Time base (4-2-3-1): Reis, Alston, Lozano, Soares, Tierney; Simms, Joseph; Nyassi, Feilhaber, Rowe; Sene

O processo de renovação começa em Boston. Steve Nicol, que fez sucesso na maioria de suas dez temporadas no comando dos Revs, foi embora e deu lugar a Jay Heaps, um dos jogadores que teve mais êxitos durante a era Nicol e estava como comentarista das partidas dos Revs em uma emissora local.

Como em todo processo de renovação, não dá para esperar grandes coisas por parte do Revolution no primeiro ano. Mas é bom ficar de olho no novato Kelyn Rowe, selecionado com a 3ª escolha do último draft. E Benny Feilhaber deve dar o tom desse meio-campo.

New York Red Bulls
Nome: Red Bull New York
Ano de ingresso na MLS: 1996 (o nome atual só foi adotado em 2006)
Site oficial: http://www.newyorkredbulls.com/
Estádio: Red Bull Arena (25.189 – grama natural)
Técnico: Hans Backe
Colocação em 2011: 10º lugar na temporada regular (5º no Leste). Eliminado nas quartas-de-final da MLS Cup
Competição continental: Nenhuma
Destaque: Thierry Henry
Quem chegou: Jonathan Borrajo (D, Hamarkameratene-NOR), Markus Holgersson (D, Helsingborg-SUE), Kenny Cooper (A, Portland), Ryan Meara (G, draft), Mike Volk (D, draft), Christian Barreiro (M, draft), Nate Polak (M, draft), Jeremy Vuolo (G, Oulu-FIN), Wilman Conde (D, Chicago), Victor Pálsson (M, livre), Tyler Ruthven (D, livre), Brandon Barklage (M, livre), Jose Angulo (A, livre), Jhonny Arteaga (A, livre)
Quem saiu: Alex Horwath (G, desistência), Mychal Jones (D, desistência), Tyler Lassiter (D, livre), Marcos Paulo (M, desistência), John Rooney (M, desistência), Frank Rost (G, livre), Carlos Mendes (D, Columbus), Bouna Condoul (G, livre), Chris Albright (D, livre), Tim Ream (D, Bolton-ING), Sacir Hot (D, desistência), Matt Kassel (M, desistência)
Time base (4-4-2): Meara, Solli, Holgersson, Conde, Miller; Richards, Marquez, Tainio, Lindpere; Henry, Cooper

Os touros vermelhos começaram 2011 como um dos favoritos ao título da MLS Cup. Ao invés disso, o clube teve até problemas para chegar aos playoffs, onde conseguiu passar por uma fase, mas foi eliminado pelo Galaxy. A responsabilidade vai aumentando, já que o New York é o único dos times originais da MLS que nunca conquistou nenhum título.

O senso comum diz que um bom time começa com um bom goleiro. E não dá para dizer isso dos Red Bulls. A equipe confiará as metas a dois goleiros sem experiência na MLS, Ryan Meara e Jeremy Vuolo. Mas na frente, a história é outra. Todos sabem da qualidade de Thierry Henry, mas Kenny Cooper, Juan Agudelo e Luke Rodgers (se o visto de trabalho for liberado) devem fazer um bom complemento ao francês durante a temporada.

Philadelphia Union
Nome: Philadelphia Union
Ano de ingresso na MLS: 2010
Site oficial: http://www.philadelphiaunion.com/
Estádio: PPL Park (18.500 lugares – grama natural)
Técnico: Piotr Nowak
Colocação em 2011: 8º lugar na temporada regular (3º no Leste). Eliminado nas quartas-de-final da MLS Cup.
Competição continental: Nenhuma
Destaque: Freddy Adu
Quem chegou: Josué Martinez (A, Saprissa-CRC), Gabriel Gómez (M, Indios-MEX), Porfirio López (D, Dalian Haichang-CHN), Chandler Hoffman (A, draft), Greg Jordan (M, draft), Raymon Gaddis (D, draft), Krystian Witkowski (A, draft), Antoine Hoppenot (A, draft), Lionard Pajoy (A, Itagüí Ditaires-COL), Chis Albright (D, livre), Chase Harrison (G, livre), Chris Konopka (G, livre)
Quem saiu: Juan González (D, desistência), Thorne Holder (G, desistência), Justin Mapp @ (M, Montréal), Stefani Miglioranzi (M, livre), Levi Houapeu (A, livre), Morgan Langley (M, livre), Ryan Richter (M, livre), Joe Tait (D, livre), Veljko Paunovic (A, aposentadoria), Faryd Mondragón (G, livre), Sébastien Le Toux (A, Vancouver), Kyle Nakazawa (M, LA Galaxy), Nizar Khalfan (M, livre)
Time base (4-4-2): MacMath, Williams, Califf, Valdés, Lopez; Adu, Carroll, Gómez, M. Farfan; Mwanga, Pajoy

O Union passou por uma reestruturação na última janela de transferências. Foram embora jogadores experientes, como Justin Mapp, Faryd Mondragón e Veljko Paunovic. Mas nada foi tão surpreendente quanto a troca de Sébastien Le Toux. O francês, que foi a principal peça do Union nas duas primeiras temporadas, foi mandado para o Vancouver Whitecaps por uma quantia de dinheiro e só.

A diretoria do Union justificou essa movimentação dizendo que o clube está se preparando para o futuro. Apesar de ser um pensamento válido, ele deve minar a temporada 2012 dos Zolos. O destaque fica para a chegada de Gabriel Gómez, meia que é presença constante na seleção panamenha e deve ser o principal criador da equipe.

Sporting Kansas City
Nome: Sporting Kansas City
Ano de ingresso na MLS: 1996 (o novo nome só passou a ser usado em 2011)
Site oficial: http://www.sportingkc.com/
Estádio: Livestrong Sporting Park (18.500 lugares – grama natural)
Técnico: Peter Vermes
Colocação em 2011: 5º lugar na temporada regular (1º no Leste). Eliminado nas semifinais da MLS Cup.
Competição continental: Nenhuma
Destaque: Graham Zusi
Quem chegou: Seth Sinovic (D, Montréal), Paolo Nagamura (M, Chivas USA), Bobby Convey (M, San Jose), Dom Dwyer (A, draft), Cyprian Hendrik (D, draft), Michael Thomas (M, Ljungskille-SUE), Jacob Peterson (A, livre)
Quem saiu: Seth Sinovic @ (D, Montréal), Davy Arnaud (M, Montréal), Scott Lorenz (D, desistência), Jeferson (M, desistência), Craig Rocastle (M, desistência), Milos Stojcev (M, desistência), Omar Bravo (A, Cruz Azul-MEX), Shavar Thomas (D, livre), Daneil Cyrus (M, desistência)
Time base (4-3-3): Nielsen, Myers, Collin, Besler, Sinovic; Julio Cesar, Espinoza, Zusi; Kamara, Convey, Sapong

Depois de um começo de 2011 horrível, o Sporting foi campeão do Leste na temporada regular. E esse é o mínimo que o time do Missouri deve conseguir em 2012. A equipe é cotada como a favorita para conquistar tanto o título do Leste na temporada regular, quanto nos playoffs, o que levaria o Sporting a final da MLS Cup.

Peter Vermes achou consistência e solidez na defesa formada por Collin e Besler, o que liberou Julio Cesar para a função de volante. O meia Graham Zusi apareceu muito bem durante a temporada passada e é o centro de criação da equipe. Zusi terá ajuda de Bobby Convey, que chegou do San Jose para ocupar a função de atacante aberto pela esquerda.

Toronto FC
Nome: Toronto FC
Ano de ingresso na MLS: 2007
Site oficial: http://www.torontofc.ca/
Estádio: BMO Field (21.140 lugares – grama natural)
Técnico: Aron Winter
Colocação em 2011: 16º na temporada regular (8º no Leste)
Competição continental: Está nas quartas-de-final da Concacaf Champions League 2011/12
Destaque: Torsten Frings
Quem chegou: Jeremy Hall (D, Dallas), Reggie Lambe (M, livre), Luis Silva (M, draft), Aaron Maund (D, draft), Geovanny Caicedo (D, LDU-EQU), Miguel Aceval (D, Universidad de Concepción-CHI)
Quem saiu: Kyle Davies (D, desistência), Matt Gold (M, desistência), Leandre Griffit (M, desistência), Javier Martina (A, desistência), Demitrius Omphroy (D, desistência), Eddy Viator (D, desistência), Nathan Sturgis (M, Houston), Andy Iro (D, livre), Peri Marosevic (A, desistência), Dan Borman (D, New England), Gianluca Zavarise (M, desistência), Mikael Yourassowsky (A, desistência), Elbekay Bouchiba (M, desistência)
Time base (4-3-3): Frei, Eckersley, Harden, Aceval, Morgan; Frings, de Guzman, Silva; Johnson, Plata, Koevermans

Mais uma vez o TFC entra na liga com um peso nas costas, o de nunca ter ido aos playoffs desde que entrou na liga, em 2007. Se o time jogar como jogou no primeiro tempo do jogo de ida das quartas de final da Concachampions contra o Los Angeles Galaxy, o Toronto certamente chegará aos playoffs pela primeira vez.

Aron Winter enfim achou uma boa combinação de jogadores em seu 4-3-3 básico, com Torsten Frings como meia mais defensivo e o novato Luis Silva, selecionado com a 4ª escolha do último draft, mais livre para criar e aparecer na área. Além disso, o trio de ataque é sólido e deve aparecer bem durante toda a temporada, assim como já apareceu no primeiro jogo oficial do TFC em 2012.

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Equipe Trivela

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