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Um ano após transplante, Abidal volta a atuar pelo Barça

Eric Abidal definitivamente está de volta ao futebol. Mais de um ano depois de sua última partida oficial, o defensor voltou a entrar em campo ao participar de amistoso com o Barcelona B contra o Istres. Ao longo do período, o francês permaneceu afastado do esporte por conta de um câncer, submetido a um transplante de fígado em abril.

A recuperação de Abidal após a operação foi gradual. Foram 40 dias de internação, recebendo alta do hospital em maio. Em agosto, o defensor participou da apresentação oficial do elenco para a temporada, enquanto em dezembro voltou a treinar com o resto do time. A liberação para voltar a jogar veio em fevereiro e a prova maior de sua recuperação foi dada nesta terça-feira.

Na última semana, o francês comentou o processo, em entrevista ao Mundo Deportivo: “Foi uma luta muito complicada e era preciso ter uma mentalidade positiva. No princípio, era mais difícil, mas agora estou mais alegre. Estou treinador forte, vou para as divididas e não tenho lesões. O técnico decidirá quando poderei jogar novamente”.

Médico do Barça, Ricardo Pruna também comentou a recuperação de Abidal: “A alta média foi um passo muito importante, porque foi um consenso entre os médicos que fizeram o transplante, os do clube e as pessoas que estiveram do seu lado. Dar alta a uma enfermidade assim não é fácil. A partir daí, os técnicos foram informados que podiam começar a aumentar as cargas de treinamento”.

Agora, a expectativa no Barcelona é a de que o exemplo de superação de Abidal seja acompanhado por Tito Vilanova. O treinador passa por tratamento nos Estados Unidos por conta de um câncer nas glândulas parótidas. Nesta semana, Andoni Zubizarreta garantiu que o comandante está nos últimos dias de sua estadia em Nova York e que deve retomar suas funções em breve.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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