Sandro Rosell deseja que Guardiola tenha longevidade no Barça
/https%3A%2F%2Fmedia.trivela.com.br%2Fmain%2F2023%2F04%2FTrivela-Imagem-Padrao.jpg)
O presidente do Barcelona, Sandro Rosell, concedeu uma entrevista nesta quarta, para falar sobre os primeiros meses de trabalho da nova diretoria do clube. E, nela, Rosell aproveitou para exprimir seus desejos de que o técnico Josep Guardiola fique na equipe por muito tempo.
Ainda em negociações para renovar o contrato de Guardiola, o presidente disse esperar que o técnico tenha uma sequência longa, semelhante à de Alex Ferguson no Manchester United – talvez, seguindo carreira na política interna do clube, como Franz Beckenbauer no Bayern Munique: “Tentaremos convencê-lo para que seja o Ferguson do Barça, o Beckenbauer do Barça, que seja o presidente do clube no futuro. Ele gosta de seguir, ano a ano, e gosto cada vez mais do trabalho dele.”
Rosell ainda se mostrou otimista quanto ao desfecho da negociação com o treinador, cujo contrato dura até junho de 2011: “Não sentamos para falar especificamente de sua renovação, mas não faz falta. Ela se dará de forma natural, e, pelo sentimento, não vejo motivos para que isso não aconteça.” Guardiola chegou a ser cogitado para ir treinar a Internazionale.
Os elogios ao treinador também foram expressos em relação ao elenco, pelo desempenho nas competições: “Com estes jogadores e este técnico, ser presidente do Barcelona é muito fácil. Como é assim, nós nos dedicamos a ver a própria diretoria, a ver o que fazemos. A equipe merece nota dez.” O presidente barcelonista ainda comemorou a escolha de três jogadores do clube como candidatos a vencer a Bola de Ouro da Fifa: “Para mim, é como vencer a Liga dos Campeões, é como um título, já que explica muitas coisas, muito trabalho. Servirá para explicar os valores do clube, e é um prêmio às horas de trabalho de muita gente.”
Sobre o próprio trabalho, Rosell disse que a situação interna do clube está melhorando: “Queríamos ter podido solucionar antes a questão da organização que encontramos, e o assunto financeiro. O que mais me dá orgulho, até agora, é a coragem de termos vendido Ibrahimovic, já que não é uma operação fácil, mas foi uma ótima decisão esportiva. A outra coisa é o patrocínio da Qatar Foundation, que representa muitas coisas, como não ter de subir a cota dos abonos ou ter de vender patrimônio no futuro.”