O mundo do futebol tem estendido sua solidariedade ao combate à pandemia de coronavírus, especialmente com doações, fundos de auxílio e conscientização. O presidente do Sporting, Frederico Varandas, preferiu uma abordagem mais mão na massa. Médico e capitão do exército, atendeu a convocação por voluntários e passará a tratar vítimas da COVID-19 enquanto durar o Estado de Emergência em Portugal.
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O Estado-Maior-General do exército português apelou a voluntários para auxiliar o Serviço Nacional de Saúde, inclusive militares da reserva e aposentados. Capitão do exército, Varandas voltou ao exercício da medicina, que havia deixado de lado quando se tornou o principal dirigente dos Leões. Segundo o Sapo, já participou de uma formação especifica para o combate à COVID-19 no Hospital das Forças Armadas de Lisboa.
“Pelas gerações dos nossos pais e avós, mas também por esta geração que não pode crescer num país sufocado noutra grave crise econômica. Por todos eles, por Portugal… vamos! Cada um à sua maneira. Uns a tratarem os doentes, outros a fazerem pão, outros a informarem os portugueses, outros a trabalharem nos seus serviços para manter a economia do país em pé.
Já servi o país, hoje vou voltar a fazê-lo enquanto o Estado de Emergência durar… e voltarei sempre que Portugal precisar. Vamos…vamos com tudo!”, escreveu em seu Instagram.
Segundo levantamento da universidade americana John Hopkins, Portugal está com 1o20 casos e seis mortes.
Árbitras na Espanha

Na Espanha, segundo país mais afetado da Europa, com mais de 20 mil casos e 1 mil mortes, três árbitras do Campeonato Feminino e de divisões inferiores do futebol masculino, conforme o Marca, aproveitaram a pausa do esporte para se dedicarem em tempo integral ao atendimento às vítimas da COVID-19 como profissionais de saúde.
Iragartze Fernández, auxiliar na elite do campeonato feminino e na terceira divisão, está trabalhando como enfermeira no Centro de Saúde Rekalde de Bilbao. Elena Peláez, árbitra da Primera Iberdrola (nome oficial do torneio feminino), é parteira no Hospital Rio Carrión, em Palência. E Judit Romano, auxiliar da segunda divisão espanhola, trabalha como anestesiologista e ressuscitadora no Hospital Universitário Central das Astúrias em Oviedo. “Somos uma equipe e, juntos, venceremos. Com certeza”, disse Romano.



