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Como vocês comemoram uma vitória heróica? Os catalães fizeram bebês

Semifinal de Liga dos Campeões. Jogo apertado contra o Chelsea, em Stamford Bridge. A bola caiu nos pés de Messi, que rola para a entrada da área. Andrés Iniesta, que nem chuta tão bem assim, pegou na veia e marcou o gol da classificação do Barcelona para a decisão contra o Manchester United. A euforia tomou conta das ruas na Catalunha, mas também dos quartos da Catalunha. Os blaugranas comemoram a vaga na final fazendo bebês.

Foi isso, pelo menos, o que observou  um estudo publicado no British Medical Journal, que analisou dados de dois condados da Catalunha: Solsones e Bages, onde nasceu Pep Guardiola. Em fevereiro de 2010, nove meses depois do gol de Iniesta, em maio de 2009, houve um aumento de 16,1% de nascimentos em relação à mesma época de anos anteriores. Março, portanto na ressaca do título europeu, apresentou um crescimento de 11% nos partos.

“Nosso resultados podem ser interpretados de várias formas. Uma delas é que as emoções humanas em grandes proporções podem afetar demograficamente as populações, que eventos regionais e nacionais podem reduzir o peso da razão e aumentar o peso da paixão”, explicou o chefe do artigo Jesus Montesinos, da Universidade de Manresa, capital de Bages, em Barcelona.

O estudo não conclui que vitórias emocionantes com gols nos últimos minutos resultam em relações íntimas, apaixonadas e carnais por causa da falta de dados. Então, os autores têm um pedido: “Para criar uma ponte entre dados de observação e de experimento, seria de muita ajuda se Iniesta estivesse disposto a replicar a sua intervenção, embora o custo desse estudo pudesse ser proibitivo, sem contar prejudicial ao grupo referente (Chelsea)”.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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