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Caça-níquel: Espanha goleia Panamá e fatura € 2,5 milhões

Campeã mundial e bi europeia, a seleção espanhola aproveita a fama internacional para faturar. A Fúria foi até o Panamá nesta quarta-feira e, mais que a goleada por 5 a 1 sobre os Caneleros ou troféu recebido, o amistoso valeu pelos € 2,5 milhões recebidos apenas pela participação especial. O triunfo amplia a invencibilidade da equipe para 17 jogos, sem ser derrotada desde o confronto com a Inglaterra 12 de novembro de 2011.

Vicente Del Bosque contou com vários desfalques para partida e jogadores como Beñat, Juanfran e Victor Valdés ganharam uma oportunidade entre os titulares. Entretanto, com seis atletas do Barcelona no 11 inicial, o entrosamento fez a diferença e os espanhóis fizeram o primeiro já aos 16 minutos. Pedro tabelou com Iniesta e chutou cruzado para marcar.

Dominante na partida, a Espanha apertou o ritmo no final do primeiro tempo, conseguindo mais dois tentos. Em belíssima jogada, Iniesta driblou dois marcadores, foi até a linha de fundo e rolou para David Villa fuzilar. Já o terceiro gol sairia mais uma vez dos pés de Pedro, após colocar a bola por entre as pernas do marcador e tocar na saída do goleiro.

Durante o segundo tempo, Del Bosque aproveitou para realizar diversas alterações, promovendo inclusive a estreia de Markel Susaeta, do Athletic Bilbao. O goleiro Jaime Penedo tentou dificultar a vida da Roja, fazendo defesas milagrosas e sendo salvo pela trave, em chute de Jesús Navas.

O camisa 1 só voltaria a ser vazado a dez minutos do fim, em cobrança de falta precisa de Sergio Ramos, no ângulo. Logo na sequência, seria a vez de Navas avançar pela ponta e servir Susaeta, que apenas empurrou para o gol. Por fim, os panamenhos ainda anotaram seu tento de honra, em pênalti que Gabriel Gómez cobrou com cavadinha para enganar Iker Casillas.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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