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Seleção feminina tem ampla superioridade e vence a Hungria em amistoso em Murcia

A vitória por 3 a 1 ficou barata pela superioridade do Brasil, que contou com gols de Gabi Nunes e Bia Zaneratto

A seleção brasileira feminina se prepara à Copa América de 2022, que, além do título continental, determinará as representantes do continente na Copa do Mundo de 2023. Nesta segunda-feira, a equipe treinada por Pia Sundhage disputou um amistoso preparatório contra a Hungria na cidade espanhola de Murcia. E a Canarinha ficou com a vitória, num triunfo seguro por 3 a 1. Gabi Nunes foi o destaque, com dois gols, enquanto Bia Zaneratto assinalou uma pintura. A Seleção vinha de uma sequência de quatro jogos sem vencer, com três empates.

A superioridade do Brasil foi ampla, desde o primeiro tempo. Kerolin teve um gol anulado logo de cara, até que o primeiro tento realmente saísse na sequência. Em cobrança de escanteio aos 14, Gabi Nunes subiu para a testada na pequena área. As chances das brasileiras se acumulavam, com raras respostas das húngaras. Todavia, a Canarinha não ampliou a diferença, deixando os outros gols para a volta do intervalo.

O segundo gol, aos oito minutos, foi assinado por Bia Zaneratto – que avançou pela intermediária e encheu o pé da entrada da área, acertando o canto. Logo aos 17 veio o terceiro tento. Kerolin iniciou a jogada com uma arrancada fantástica, Adriana cruzou e Gabi Nunes completou de peixinho. O gol da Hungria veio apenas aos 28, num pênalti convertido por Anna Csiki. Apesar disso, as magiares passaram longe de uma reação e as melhores chances seguiram com as brasileiras, que desperdiçaram novas oportunidades de deflagrar a goleada.

Nesta Data Fifa, o Brasil já tinha empatado com a Espanha por 1 a 1. Os próximos compromissos serão apenas em junho, com amistosos diante de Dinamarca e Suécia. A Copa América terá seu início em julho. As três primeiras colocadas vão à Copa, enquanto outras duas equipes disputarão a repescagem.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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