Brasil

Sai BMG e entra Itaú nos uniformes? Proposta não deve ir adiante

O BMG vem reduzindo o seu investimento na camiseta dos clubes. Se em 2011 eram R$ 66 milhões em patrocínios, hoje são R$ 39 milhões. Um dos “donos” do futebol brasileiro, o banco está mais do que satisfeito com o retorno obtido com o futebol. Um levantamento da consultoria alemã Sport+Markt apenas corroborou com essa sensação, posicionando a
instituição como a terceira marca mais lembrada pelos torcedores. Dois anos antes, ela não figurava nem mesmo entre as 100 primeiras.

Para a próxima temporada, o objetivo é diminuir ainda mais a sua presença no uniforme das equipes. Até o final do mês, alguns contratos para 2013 deverão ser anunciados. Atlético-MG e Cruzeiro, entre eles.

A novidade não é essa, claro. Mas uma possibilidade estudada internamente de abandonar as três letras na cor laranja nas camisetas dos times. Elas abririam espaço para a logomarca de outro banco, o Itaú, novo parceiro da instituição. Nos corredores do BMG, o comentário é de que a ideia não será levada adiante. “A gente sabe que não vai acontecer. Estamos apenas aguardando a oficialização disso”, afirma um funcionário do banco mineiro.

Em julho, BMG e Itaú acertaram uma aliança voltada para o mercado de crédito consignado.

Foto de Ubiratan Leal

Ubiratan Leal

Ubiratan Leal formou-se em jornalismo na PUC-SP. Está na Trivela desde 2005, passando por reportagem e edição em site e revista, pelas colunas de América Latina, Espanha, Brasil e Inglaterra. Atualmente, comenta futebol e beisebol na ESPN e é comandante-em-chefe do site Balipodo.com.br. Cria teorias complexas para tudo (até como ajeitar a feijoada no prato) é mais que lazer, é quase obsessão. Azar dos outros, que precisam aguentar e, agora, dos leitores da Trivela, que terão de lê-las.

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