Futebol brasileiro

Abel pede reforços, mas reclama de tratamento diferente dado ao Palmeiras no mercado

Após vitória diante da Lusa, técnico português deixou claro que pretende encorpar elenco alviverde para 2025

O técnico Abel Ferreira revelou que, a despeito das contratações de Facundo Torres e Paulinho, espera mais pelos menos três jogadores para seu elenco em 2025.

Após a vitória palmeirense diante da Portuguesa por 2 a 0, pela primeira rodada do Campeonato Paulista, Abel deixou claro que desejar encorpar seu elenco para 2025.

— Faltam jogadores. Faltam no mínimo três — disse, fazendo menção às saídas de Lázaro, Dudu, Menino e Reis.

Destes três, um será certamente será zagueiro. Com a venda de Vitor Reis para o Manchester City sacramentada, um novo atleta para o setor será necessário.

— Só temos agora o Gómez, o Murilo, o Naves e o Benedetti. Precisamos de mais um — disse o técnico, que se esqueceu do quase nunca utilizado Michel.

“Para o Palmeiras, era 18 (milhões de euros). Foi vendido por 7”

Ao falar dos reforços, Abel Ferreira mencionou uma contratação tentada pelo clube, e revelou seu descontentamento com o preço diferenciado para pior normalmente aplicado para o Palmeiras.

–Para nós, era 18 (milhões) de euros. Foi vendido por 7 (milhões de euros).

Não é possível afirmar exatamente a que ele se refere. Mas Junior Santos, do Botafogo, que interessou ao Palmeiras, foi contratado nesta quarta pelo Atlético-MG por 7 milhões de euros.

Rony é do Palmeiras enquanto estiver no Palmeiras

Ao falar de reforços, Abel não teve como escapar de falar de Rony e de seu fim de ciclo, anunciado pela presidente Leila Pereira na última segunda-feira (13).

O atacante teve negociações avançadas para ir ao Fluminense, mas as trativas emperraram e o atleta segue, ao menos oficialmente, no elenco alviverde.

Questionado sobre a situação de Rony, o técnico foi sucinto, embora respeitoso, Abel afirmou:

— O Rony, enquanto estiver no Palmeiras, é jogador do Palmeiras

Foto de Diego Iwata Lima

Diego Iwata LimaSetorista

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero, Diego cursou também psicologia, além de extensões em cinema, economia e marketing. Iniciou sua carreira na Gazeta Mercantil, em 2000, depois passou a comandar parte do departamento de comunicação da Warner Bros, no Brasil, em 2003. Passou por Diário de S. Paulo, Folha de S. Paulo, ESPN, UOL e agências de comunicação. Cobriu as Copas de 2010, 2014 e 2018, além do Super Bowl 50. Está na Trivela desde 2023.

Conteúdos relacionados

Botão Voltar ao topo