Brasil

O que Daniel Alves pensou ao fazer aquele gol contra

Daniel Alves já era contestado na seleção e só piorou as coisas com um golaço contra de cabeça, contra a Suíça.

Ficou claro que a tentativa era de afastar o perigo, mas será que era mesmo uma boa fazer isso virado para o gol de Jefferson?

O que o lateral brasileiro estava pensando no momento da cabeçada? Algumas respostas podem ser obtidas aí embaixo.

– Pensei ter visto o Amarildo e acabei me distraindo. A propósito, onde ele está, Sérgio Cabral?

– Está bem claro no nome: amistoso é para isto mesmo, para fazer amigos. E eu ainda não tinha nenhum na Basileia.

– Dois pesos e duas medidas: quando o Lauro marca gol na área onde ninguém esperava, todo mundo acha bonitinho.

– O importante é ter saúde. Nada pessoal, Neymar.

– A culpa é de quem deposita expectativas muito altas em alguém que veste calças saruel e acha que fica bacana.

– Sem contar que os meus óculos de grau não têm lentes. E que não me deixam entrar em campo com a minha gravatinha borboleta da sorte.

– Quando o Tata Martino me pediu para treinar inversão de jogo, acho que não era bem a isso que ele se referia.

– Como não sou suíço, não me vi na obrigação de me manter neutro.

– O pior de tudo é saber que o Felipão não deixará barato. Amanhã, terei de levantar mais cedo para levar o Murtosa para passear.

– Antes de me cornetar, lembre que o meu reserva na seleção é um volante improvisado.

– Pelo menos, agora vocês podem mudar de assunto e parar de pentelhar a Nanda Costa. Ou de querer despentelhá-la à força, no caso.

– Como bom são-paulino que sou, estava apenas tentando lembrar a meus amigos Luís Fabiano e Osvaldo como é que se marca um gol.

– Não quero perder muito tempo me explicando, porque ainda tenho de escrever um texto de vinte parágrafos sobre a polêmica do Fora do Eixo para postar no Facebook.

– Tem coisas que só acontecem com o goleiro do Botafogo.

– O Jefferson estava todo vestido de verde, mas calçando chuteiras laranjas, um atentado ao bom gosto! Considerem a minha reação um manifesto fashion.

– A despeito de qualquer evidência, é bem capaz que a Polícia de São Paulo veja o lance e force a barra para colocar toda a culpa no Marcelo.

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Ricardo Henriques

Jornalista agnóstico formado pela Universidade Católica de Pernambuco, Ricardo Henriques nasceu, foi criado e se deteriorou no Recife, cidade com a qual vive uma relação de amor (mentira) e ódio. Não seguiu adiante com seus sonhos de ser repórter esportivo, nem deu continuidade à carreira como centroavante trombador e oportunista nas areias de Boa Viagem, mas encontrou no Twitter a plataforma ideal para palpitar sobre todos os assuntos onde não foi chamado. Viciado em esportes, cinema, seriados de TV e escolas de samba, tem mania de fazer listas que só interessam a si próprio, chegando ao ponto de eleger suas musas como se selecionasse o onze inicial de um time de futebol. Esse blog não trará informações quentes de bastidores, análises táticas abalizadas ou reflexões ponderadas. O que talvez, por consequência, não traga leitores. No cardápio: ranzinzices bem humoradas, cornetadas debochadas e fartas doses de cretinice e cultura pop, temperando o que há de mais ridículo e pernóstico no mundo do futebol. PS: ele tirará uma onda com o seu time ou os seus ídolos, mais cedo ou mais tarde. Não vai adiantar você fazer careta e espernear que nem o Mourinho faz quando é contrariado. Contato: [email protected]

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