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Novo camisa 8 do Fla, Elias foi rejeitado pelo Anzhi

Nenhum passe errado em quase 90 minutos, alguns desarmes e outras boas chegadas ao ataque. Definitivamente, Elias agradou em sua estreia pelo Flamengo. No jogo deste domingo, contra o Volta Redonda, o novo reforço deixou uma boa impressão atuando mais avançado do que de costume e fez valer todo o esforço da diretoria rubro-negra em contar com o seu futebol.

Trazido a peso de ouro, o ex-gremista Carlos Eduardo deu mais trabalho, demorou mais para fechar e saiu mais caro. Mas a contratação que deve causar mais impacto nesse Fla é mesmo a de Elias.

Alguns meses atrás, o meio-campo até tentou prolongar a sua carreira na Europa, porém, não conseguiu. Elias confiava na ajuda do amigo Roberto Carlos, ex-lateral da seleção brasileira e do Real Madrid e hoje dirigente do Anzhi. O agora cartola chegou a propor o nome do colega ao técnico Guus Hiddink no semestre passado. Ele confirmou a história ao blogueiro algum tempo atrás.

“Falei de muita gente aqui. Falei do Neymar, falei do Ganso, falei do Elano, falei de outros. Até ofereci também o Elias, que não vinha jogando muitos jogos no futebol português, perguntei se ele estava disposto a vir para cá, conversei com o Guus (Hiddink) e ele ficou de ver entre o Elias e o Lass Diarra”, revelou Roberto Carlos. O escolhido acabou sendo o francês Diarra. Sobrou para o ex-jogador do Corinthians, obrigado a seguir por mais alguns meses no Sporting até que o seu empresário, Carlos Leite, desembarcasse no fim do ano com o projeto da nova cúpula do Flamengo para resgatá-lo.

Elias aceitou. E está de volta. Aparentemente com tudo para recuperar o seu espaço por aqui.

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Ubiratan Leal

Ubiratan Leal formou-se em jornalismo na PUC-SP. Está na Trivela desde 2005, passando por reportagem e edição em site e revista, pelas colunas de América Latina, Espanha, Brasil e Inglaterra. Atualmente, comenta futebol e beisebol na ESPN e é comandante-em-chefe do site Balipodo.com.br. Cria teorias complexas para tudo (até como ajeitar a feijoada no prato) é mais que lazer, é quase obsessão. Azar dos outros, que precisam aguentar e, agora, dos leitores da Trivela, que terão de lê-las.

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