Brasil

Há 40 anos, o Olaria levantava a Taça de Bronze, a primeira “terceirona” nacional

O terceiro nível do Campeonato Brasileiro logo seria descontinuado, mas deixou uma glória eterna ao subúrbio carioca

Primeira experiência de uma terceira divisão nacional, a Taça de Bronze completou 40 anos do desfecho de sua única edição no último sábado. O título ficou com o Olaria, que levou a melhor sobre os pernambucanos do Santo Amaro na decisão com uma equipe talentosa formada quase toda em casa, no subúrbio carioca da Leopoldina, e dirigida pelo experiente David Ferreira, o Duque. Contamos aqui a história da criação do torneio e como ele se desenrolou, além de detalhar toda a trajetória de seu campeão inaugural – e único.

Um novo torneio

A proposta de criação da Taça de Bronze, a terceira divisão nacional, chegou às mãos do então presidente da CBF Giulite Coutinho no segundo semestre de 1980. O objetivo era manter em atividade no período do Campeonato Brasileiro as equipes que não haviam se classificado para as Taças de Ouro e de Prata (primeira e segunda divisões). A nova competição seria precedida de torneios seletivos estaduais e contaria com 24 participantes, um de cada estado com futebol profissional, à exceção de Rio e São Paulo, que colocariam duas equipes.

O formato da Taça de Bronze em si seria bastante direto: as duas primeiras fases seriam jogadas no sistema de mata-mata em ida e volta, com um terceiro jogo no caso de empate no placar agregado. Já na etapa semifinal, os seis classificados se dividiriam em dois triangulares também em ida e volta, com o primeiro colocado avançando à decisão – na qual seriam retomados os critérios das fases iniciais. Para facilitar os deslocamentos, os cruzamentos seriam regionalizados e a CBF arcaria com os custos das passagens aéreas dos clubes.

Mesmo assim, houve quem não se empolgasse: o Atlético Paranaense, que no estadual de 1980 acabou relegado ao chamado Torneio da Morte e, portanto, ficou de fora das Taças de Ouro e de Prata, preferiu excursionar pela América do Sul a disputar a competição nacional. Houve ainda, de última hora, outro contratempo quando a Federação Paulista, presidida por Nabi Abi Chedid (desafeto político de Giulite), decidiu antecipar o início da fase classificatória do Paulistão e, com isso, forçar os clubes a desistirem da Seletiva, que já estava rolando.

Azar de São José e XV de Jaú, que seriam os representantes paulistas. E sorte de Paranavaí e Figueirense, vice-campeões das seletivas de Paraná e Santa Catarina, que herdaram as vagas e se juntaram a América-AM, Izabelense-PA, Capelense-AL, Atlético de Alagoinhas-BA, Icasa-CE, Moto Clube-MA, Auto Esporte-PB, Santo Amaro-PE, Piauí-PI, Baraúnas-RN, Sergipe-SE, Taguatinga-DF, Itumbiara-GO, Dom Bosco-MT, Corumbaense-MS, Colatina-ES, Guarani de Divinópolis-MG, Madureira-RJ, Olaria-RJ, Matsubara-PR, São Borja-RS e Joaçaba-SC.

Um campeão feito em casa

O Rio de Janeiro havia sido o primeiro estado a apontar seus representantes: sem realizar um novo torneio seletivo, apontou o campeão e o vice da Taça Alfredo Curvelo, disputada ainda no fim de 1980. O Olaria, que levantou o título sob o comando de Antônio Lopes, perdeu o técnico logo em seguida para o America e sondou três nomes que já tinham passado pela Rua Bariri. Um deles era Paulinho de Almeida, então no Grêmio. Outro era Jorge Ferreira, que fizera seu nome no futebol do sul. E o terceiro era David Ferreira, o Duque.

Ex-jogador de Cruzeiro, Fluminense, Vasco e Canto do Rio, o mineiro Duque foi o contratado. Em seus mais de 20 anos de experiência como treinador, havia sido campeão carioca de 1973 com o Fluminense e vice brasileiro em 1976 com o Corinthians, além de levantar várias vezes o título pernambucano com os três grandes do estado. Sua longa vivência no jogo ajudaria a compensar a pouca rodagem do elenco, quase todo formado pela prata da casa: só um jogador, o zagueiro Salvador, tinha vindo de fora, emprestado pelo Atlético Mineiro.

O técnico Duque ergue a taça

Se faltava experiência, havia uma certa dose de talento nos quatro nomes que mais despertavam as atenções naquela equipe: o bom goleiro Hilton, o dinâmico volante Ricardo (por quem o Olaria havia rejeitado ótima proposta do Betis), o elegante armador Lulinha e o rápido ponta-direita Chiquinho. Hilton, Lulinha e os zagueiros Salvador e Mauro ponteavam a folha salarial do clube, mantida com o auxílio generoso do comerciante português Álvaro da Costa Melo, patrono que já ajudara o Olaria a montar um timaço no início dos anos 1970.

Mesmo assim, alguns nomes fundamentais quase deixaram a equipe ao início da competição. Chiquinho e Lulinha vinham sendo cobiçados pelo Fortaleza desde o fim da temporada anterior, enquanto o meia-armador e o goleiro Hilton chegaram a ser negociados com o Operário-MS, mas a transferência foi cancelada depois de eles terem atuado pelo Olaria na primeira rodada da Taça de Bronze, o que inviabilizou suas inscrições pelo clube do Mato Grosso do Sul. Para a sorte do Olaria, todos eles permaneceram na Rua Bariri.

As etapas iniciais

Montado num clássico e ofensivo 4-3-3, explorando a velocidade dos pontas autênticos, o time-base começava pelo goleiro Hilton, notável pegador de pênaltis. Na linha defensiva, Paulo Ramos e Gilmar eram os laterais, com Salvador e Mauro na zaga. O meio-campo, muito técnico, tinha Ricardo, Lulinha e Leandro, que também podia atuar no ataque. Na frente, Chiquinho e Zé Ica eram os ponteiros (este, com frequência trocando de posição com Leandro), enquanto Nunes (ou o recém-contratado Sérgio Luís, do Paranavaí) era o centroavante.

E foi exatamente com essa escalação que a equipe superou o Colatina no primeiro mata-mata. A partida de ida, em 8 de março, foi disputada no interior capixaba e inteiramente dominada pelo Olaria, que venceu tranquilamente por 3 a 1. O time saiu na frente com Lulinha aos 25 minutos no primeiro tempo e ficou ainda mais em vantagem com a expulsão do zagueiro Paulo Roberto logo em seguida. Na etapa final, Chiquinho ampliou aos três minutos e Nunes marcou o terceiro aos 19, dois minutos depois de o ponteiro Válter ter descontado.

O Olaria posado

A partida de volta, como aconteceria em quase todos os outros jogos em casa da campanha, seria disputada no Maracanã, na preliminar de um jogo da Taça de Ouro (neste caso, do duelo entre Botafogo e Santos, pela segunda fase do torneio de elite). A boa vantagem obtida na ida e o forte calor de 37 graus no Rio baixaram o ritmo do jogo. Mesmo assim, o Olaria ainda criou chances e acertou uma bola na trave no primeiro tempo. Antes do intervalo, o Colatina abriu o placar com Válter. Mas na etapa final, os bariris empataram com Sérgio Luís.

Nos outros confrontos da primeira fase, o Dom Bosco eliminou o Corumbaense, o Santo Amaro passou pelo Auto Esporte, o Figueirense tirou o Matsubara, o São Borja superou o Joaçaba, o Baraúnas venceu o Icasa, o Itumbiara bateu o Taguatinga, o Guarani-MG levou a melhor sobre o Sergipe, o Piauí despachou o Moto Clube, assim como o Paranavaí fez com o Madureira, então dirigido pelo ex-goleiro campeão mundial Félix. Já Izabelense e Atlético-BA precisaram do terceiro jogo e dos pênaltis para eliminarem América-AM e Capelense.

Na segunda etapa, o adversário do Olaria seria o Paranavaí, com o primeiro jogo novamente no Maracanã, na preliminar de Fluminense x Portuguesa. Buscando o ataque desde início para tentar uma vitória segura para levar à partida de volta, o time de Duque abriu o placar no último minuto da etapa inicial, num cruzamento de Chiquinho para a cabeçada de Zé Ica. Na etapa final, Leandro marcou o segundo também escorando um cruzamento, fechando o placar de 2 a 0 diante de um adversário que veio nitidamente para defender o empate.

Tentando se precaver de uma eventual guerra de nervos que poderia enfrentar no jogo de volta, marcado para o Estádio Willie Davids em Maringá, os dirigentes do Olaria sugeriram que fosse realizado o exame antidoping após a partida. No fim, o confronto acabou transcorrendo de maneira tranquila. Jogando com inteligência e velocidade, o Olaria venceu por 1 a 0 com gol de Zé Ica nos minutos finais e confirmou sua classificação para a fase semifinal, em que os seis clubes classificados se dividiriam em dois triangulares em turno e returno.

Disputa acirrada de olho na final

Os adversários no Grupo A seriam o São Borja (que eliminou o Figueirense) e o Dom Bosco (que superou o Itumbiara). Na outra chave, Santo Amaro, Izabelense e Guarani-MG disputavam a outra vaga na decisão. A estreia do Olaria seria contra os gaúchos, no Estádio Vicente Goulart. O Bugre Missioneiro, que havia derrubado equipes como Juventude, Caxias e Brasil de Pelotas na seletiva estadual, apostava em sua força como mandante, como acontecera na categórica vitória por 3 a 0 diante do Figueira, revertendo a derrota por 1 a 0 em Florianópolis.

O jogo foi tumultuado do começo ao fim. A primeira confusão foi quanto à identidade do árbitro da partida, se era de fato o escalado ou outro. Com a bola rolando, a torcida da casa começou a soltar foguetes sobre o goleiro Hilton e o banco de reservas. Um dos bandeirinhas levou uma pedrada, e o jogo seguiu com ele caído. No fim, o centroavante Nunes foi expulso ao tentar tomar a bola de um gandula que passara o jogo inteiro retardando as devoluções. No meio disso tudo, o São Borja venceu por 2 a 0, com um gol em cada tempo.

O goleiro Hilton

O Olaria chegou a encaminhar um ofício à CBF sobre o árbitro, mas, após consultar a Federação Gaúcha, a entidade respondeu dizendo que não havia nenhuma irregularidade na escalação. O clube, então, desistiu de iniciar uma demorada batalha jurídica pela anulação do jogo e passou a se concentrar na campanha. Melhor assim. No jogo seguinte o time se reabilitou ao vencer o Dom Bosco por 2 a 0, de novo no Maracanã (desta vez na preliminar de Flamengo x Colorado-PR), com gols de Leandro e Sérgio Luís ainda no primeiro tempo.

O empate em 2 a 2 entre Dom Bosco e São Borja em Cuiabá três dias depois foi comemorado pelo Olaria. Com esse resultado, se vencesse os gaúchos em casa e os mato-grossenses fora, os alvianis garantiriam sua classificação sem depender do jogo da volta entre os dois adversários, a última partida do grupo. E a missão começou bem-sucedida. O clube tentou levar a partida contra o Bugre para a Rua Bariri, mas acabou se decidindo mesmo por fazer mais uma preliminar no Maracanã, antes do clássico entre Fluminense e Vasco.

O meio-campista Lulinha

O desfalque no Olaria era o zagueiro Salvador, expulso contra o Dom Bosco. Em seu lugar entraria o garoto Pino, boa revelação da base que podia atuar tanto na defesa quanto de volante. O jogo começou morno, com o São Borja se postando fechado na defesa, mas cresceu em emoção no segundo tempo, com as duas torcidas do jogo principal se juntando para empurrar os bariris. No último minuto, em meio à intensa pressão alvianil, o volante Ricardo entrou na área e sofreu pênalti. O ponta Zé Ica bateu bem, decretando a vitória por 1 a 0.

Um outro triunfo sobre o Dom Bosco no Estádio José Fragelli, em Cuiabá, valeria a classificação antecipada ao Olaria. O time até esteve bem perto da vitória. Chegou a desperdiçar um pênalti. Mas acabou derrotado por 1 a 0, resultado que agora o obrigaria a torcer pelo empate no último jogo do grupo, entre os dois adversários. Surpreendentemente, deu certo: o São Borja não pôde furar a retranca do Dom Bosco, nem os mato-grossenses conseguiram ser eficientes nos contra-ataques. E o 0 a 0 classificou, por tabela, os bariris para a final.

O momento da glória nacional

Na outra chave, o Santo Amaro passou tranquilo por Izabelense e Guarani-MG e chegava invicto à final. Mas o técnico Duque conhecia bem seu futuro adversário, já que dirigira o Santa Cruz por cinco meses no último Campeonato Pernambucano. “Realmente, o Santo Amaro há uns tempos era um time muito fraco, quase sempre lanterna do estadual. Mas o time mudou muito e no ano passado já foi o quinto colocado, deixando muita gente para trás”, lembrou o treinador, que vencera sete dos oito certames que disputara naquele estado.

A partida de ida, que teria mando do Olaria, mudou de local duas vezes. Primeiro foi marcada para o sábado, 25 de abril, na preliminar da semifinal da Taça de Ouro entre Botafogo e São Paulo no Maracanã. Porém, com a dificuldade de conseguir passagens aéreas do Recife para o Rio de Janeiro, acabou adiada para o domingo, agora na Rua Bariri. Mas o Santo Amaro temia enfrentar o alçapão alvianil e pediu para jogar em outro estádio. O Olaria então aceitou levar o jogo para o campo do Botafogo, em Marechal Hermes, e no sábado mesmo.

A manchete do Jornal dos Sports

A torcida e alguns associados olarienses protestaram – afinal, o clube não havia atuado nenhuma vez em seu estádio naquela campanha. Mas no fim não fez diferença: encurralando o adversário desde o início, o Olaria conseguiu dois gols logo de saída, um atrás do outro. Aos 15, Zé Ica fez um ótimo lançamento para Chiquinho, e o ponteiro driblou um zagueiro e o goleiro Pimenta (que mais tarde defenderia o Náutico e atuaria no futebol carioca pelo America), antes de tocar para as redes. Um minuto depois, o próprio Zé Ica ampliaria.

No segundo tempo a pressão continuou: num intervalo de três minutos, entre os 23 e os 25, Leandro marcou duas vezes e teve um outro chute salvo em cima da linha. No terceiro gol, ele recebeu do ponta Aurê, passou por dois zagueiros e bateu firme. No quarto, o mesmo Aurê fez jogada de velocidade, driblou um defensor e o goleiro e cruzou para Leandro conferir de cabeça. Os pernambucanos ainda tiveram a chance de diminuir num pênalti aos 27, mas o ponteiro-esquerdo Eliel viu sua cobrança acertar o travessão.

No vestiário, só um jogador olariense se mostrava abatido: o ponta Zé Ica, expulso aos 42 minutos da etapa final ao receber o segundo amarelo por agarrar um jogador do Santo Amaro na tentativa de impedir um contra-ataque. Chorando muito e lamentando ficar de fora do jogo decisivo, foi consolado pelos companheiros. Um dos artilheiros da equipe na campanha, ele acabaria incluído na delegação que viajou ao Recife na manhã de quinta-feira, 30 de abril, para a partida de volta que seria realizada no Arruda na tarde seguinte.

Disputado no feriado de 1º de maio, o jogo teve portões abertos com o objetivo de atrair o maior público possível para empurrar o Santo Amaro em sua missão de vencer por pelo menos quatro gols de diferença (resultado que forçaria um terceiro jogo no mesmo local) ou até por cinco ou mais, o que daria o título ao time da casa. Rubem Salim, que conciliava as funções de técnico e meio-campo da equipe, apostava em marcar um gol cedo para que a confiança do Olaria na enorme vantagem obtida no Rio começasse a ruir.

Mauro ergue a taça

Com Zé Ica suspenso, o técnico Duque escalou Aurê na ponta-esquerda, avançou Leandro para o posto de centroavante e fez entrar Orlando no meio para reforçar o setor. O time bariri também tinha um retorno importante: o do zagueiro Salvador, que voltava de suspensão. Mesmo atuando fora de casa, o Olaria começou se impondo e teve grande chance de abrir o placar num chute de Leandro que o goleiro Pimenta salvou em cima da linha. O Santo Amaro, por outro lado, limitava-se a cruzar bolas sobre a área, sempre afastadas pela defesa alvianil.

Na etapa final, porém, o time pernambucano melhorou após alterações e passou a incomodar. O Olaria chegou a balançar as redes num cruzamento de Chiquinho escorado por Leandro, mas o árbitro anulou o lance marcando impedimento. Porém, quando o time bariri já havia retomado o controle do jogo, foi o Santo Amaro quem marcou, já aos 37 minutos, num chute de Derivaldo que desviou em Paulo Ramos e traiu o goleiro Hilton. O placar de 1 a 0 para o time local acabaria garantido pelas ótimas defesas de Pimenta. Mas o título era carioca.

Depois da consagração

A taça foi entregue ao capitão Mauro pelo governador pernambucano Marco Maciel. E o título rendeu uma premiação gorda aos jogadores e comissão técnica por parte do patrono Álvaro da Costa Melo. E, pelo regulamento, levaria o Olaria à Taça de Prata no ano seguinte. Mas a história seria caprichosa com aquela equipe. No segundo semestre, mesmo mantendo o técnico Duque e quase todo o elenco (apenas o ponta Chiquinho saiu para o Flamengo, onde integraria o grupo campeão mundial) o time não conseguiu engrenar no Estadual.

Até começou bem, segurando um 0 a 0 com o Fluminense na estreia e somando uma vitória e dois empates nos três primeiros jogos, sem sofrer gols. Mas a queda viria logo. Uma sequência de derrotas deixou o time em penúltimo na Taça Guanabara. No segundo e terceiro turnos amargaria a lanterna. No meio do caminho, Duque já havia deixado o clube, substituído pelo então novato Renê Simões. Mas o rebaixamento no Estadual foi inescapável – e fez com que a CBF retirasse do clube a vaga na Taça de Prata de 1982. 

De repente, para uma equipe antes promissora, o que restava era só um imenso vazio. Assim, a debandada começaria rapidamente. Lulinha seguiu junto com o zagueiro Mauro para o Campo Grande, pelo qual acabaria conquistando a Taça de Prata e jogando a elite nacional em 1983. Dois anos depois, era finalista do Brasileirão pelo Bangu. Jogaria ainda no Botafogo e no Bahia. O meia Ricardo, após arrastada negociação, foi para o Vasco no início de 1982, antes de fazer história num Joinville hegemônico no cenário catarinense naquela década.

A Taça de Bronze também não duraria muito. Com efeito, logo após o encerramento daquela edição a CBF anunciaria que o torneio seria descontinuado, em virtude dos prejuízos financeiros. Outras tentativas de se instituir de vez uma “terceirona” nacional seriam feitas mais adiante, mas só a partir da segunda metade da década seguinte é que a competição ganharia sequência. De todo modo, o time suburbano carioca já havia inscrito seu nome na história como o primeiro campeão brasileiro daquela categoria de acesso.

Além de colaborações periódicas, quinzenalmente o jornalista Emmanuel do Valle publica na Trivela a coluna ‘Azarões Eternos’, rememorando times fora dos holofotes que protagonizaram campanhas históricas. Para visualizar o arquivo, clique aqui. Confira o trabalho de Emmanuel do Valle também no Flamengo Alternativo e no It’s A Goal.

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Emmanuel do Valle

Além de colaborações periódicas, quinzenalmente o jornalista Emmanuel do Valle publica na Trivela a coluna ‘Azarões Eternos’, rememorando times fora dos holofotes que protagonizaram campanhas históricas.

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