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Caio Júnior, técnico do Vitória, já encontrou Messi

O Vitória está mais próximo de Lionel Messi do que o vídeo gravado por um torcedor num restaurante em Barcelona pode sugerir. Em negociação com o primo do craque do Barcelona, Maxi Biancucchi, ex-Flamengo, o time rubro-negro conta em seu comando com um profissional que já teve a oportunidade de conversar pessoalmente com Messi e, inclusive, escutar dele os segredos de sua equipe e de Pep Guardiola.

Não entendeu? Talvez as fotos abaixo registradas por Caio Júnior durante a sua passagem por Barcelona, em 2011, possam ajudar. O novo treinador do Vitória é amigo pessoal de Maxi, a quem tenta levar para o Barradão. Na época à frente do Grêmio, ele contou ao blogueiro como conseguiu agendar a passagem pelo Camp Nou.

“Fui através do Maxi Biancucchi, que foi meu jogador no Flamengo. Ele é primo do Messi, tenho uma relação boa com ele e ele acabou ligando para o Lionel”, revelou.

Caio Júnior ainda deu detalhes sobre a conversa que teve com Messi ao lado do lateral-esquerdo Adriano, ex-Coritiba e também próximo ao técnico. “Bati um papo legal com o Messi e ele entrou nessas questões táticas. Foi super atencioso e me explicou que o Guardiola teve um papel importante na evolução dele porque ensinou a pressionar sem bola”.

Através de sua página no Twitter, Maxi Biancucchi reforçou nesta segunda-feira o seu desejo de acertar com o clube baiano. “Estou com muito desejo de vestir essa camisa do Vitória. Conheço essa grande torcida e torço para que tudo dê certo”, escreveu.

Caio Júnior conversa com Thiago, meia do Barcelona
Adriano (dir.), Caio Júnior e Messi
Caio Júnior (dir.) com Messi (centro)

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Ubiratan Leal

Ubiratan Leal formou-se em jornalismo na PUC-SP. Está na Trivela desde 2005, passando por reportagem e edição em site e revista, pelas colunas de América Latina, Espanha, Brasil e Inglaterra. Atualmente, comenta futebol e beisebol na ESPN e é comandante-em-chefe do site Balipodo.com.br. Cria teorias complexas para tudo (até como ajeitar a feijoada no prato) é mais que lazer, é quase obsessão. Azar dos outros, que precisam aguentar e, agora, dos leitores da Trivela, que terão de lê-las.

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