Brasil

Balanço do Brasileirão

O Campeonato Brasileiro de 2010 seguiu o de 2009 em um aspecto: foi muito disputado. Na última rodada, foram três times em busca do título, um a menos do que o ano passado, mas ainda assim algo notável.

A médica de gols marcados caiu de 2,88 em 2009 para 2,57 em 2010. É a média de gols mais baixa da era dos pontos corridos (a partir de 2003) e a mais baixa desde 1995, quando a média ficou em 2,52 gols por jogo.

Vamos para a análise de cada um dos times:

1. Fluminense (campeão e vaga na fase de grupos da Libertadores)

A campanha foi sólida e esteve sempre entre os três primeiros lugares a partir da 5ª rodada. O time é qualificado, mas decepcionou no primeiro torneio do ano, o carioca, quando ficou longe da disputa do título. A chegada de Muricy Ramalho deu outro status ao time.

Cotado por esta coluna para brigar por vaga na Libertadores, foi candidato ao título desde o início e acabou ficando com a taça com muito mérito – e um trabalho, mais uma vez, notável de Muricy Ramalho, melhor técnico da competição.

Destaque para Darío Conca, melhor jogador do campeonato, líder em assistências na competição (19) e artilheiro do time com 9 gols. Mas o time teve diversos jogadores surpreendendo positivamente, como Gum e Leandro Eusébio, além de Mariano na lateral direita.

2. Cruzeiro (vaga na fase de grupos da Libertadores)

Com um elenco forte e com a base do ano anterior, o Cruzeiro manteve-se na disputa pelo topo. Só não foi melhor porque o primeiro turno do time foi ruim, ficando apenas com a sexta colocação, o que obrigou o time a uma arrancada final, que não valeu o título, mas valeu o vice-campeonato.

O time trocou de técnico no meio da competição, mas a mudança não abalou: a chegada de Cuca, ao contrário, foi benéfica, o time evoluiu e fez a segunda melhor campanha do segundo turno. Cotado para brigar pelo título pela coluna, foi o que fez até a última rodada.

Destaque para Walter Montillo, que chegou após a Libertadores e foi o melhor jogador do time. Thiago Ribeiro também fez um bom campeonato e ajudou na ótima campanha. Em menor escala, Roger mostrou bom futebol especialmente na reta final e Diego Renan foi um dos melhores laterais esquerdos da competição.

3. Corinthians (vaga na primeira fase da Libertadores)

Liderou o início do campeonato, perdeu seu técnico, Mano Menezes, para a Seleção Brasileira, mas manteve-se sempre nos primeiros lugares sob o comando de Adílson Batista. Foi um dos times mais regulares da competição, apesar de ter passado por maus momentos, como as sete partidas sem vencer. Correspondeu às expectativas do início da competição de ficar entre os primeiros colocados e garantiu vaga na Libertadores, ainda que tenha que disputar uma fase preliminar.

A nova troca de comando no final da competição, com a chegada de Tite, acabou sendo benéfica, embora o time tenha caído para o terceiro lugar na última rodada – o que significa jogar a primeira fase da Libertadores antes de chegar à fase de grupos.

O meia Bruno César, contratado junto ao Santo André pelo bom Campeonato Paulista, foi o destaque do time ao marcar 14 gols e ser o artilheiro do time. Jucilei, volante do time que chegou á Seleção, foi o maior ladrão de bolas do Brasileiro-2010, com 167 desarmes. Elias, que foi mais meia do que volante, foi outro destaque do time na competição.

4. Grêmio (vaga na primeira fase da Libertadores)

Melhor campanha do segundo turno, chegou ao Campeonato Brasileiro com a expectativa de ficar entre os primeiros. O início desastroso, porém, comprometeu toda a campanha e custou o emprego do técnico Silas. Renato Gaúcho chegou, viu e venceu. Levou o time do 19ª lugar ao 4º, conquistando a vaga na Libertadores – depois da derrota do Goiás na Sul-Americana, que passou a dar ao campeão uma vaga para a competição, tirando uma do seu país de origem.

Os gremistas contaram com uma campanha consistente dentro e fora de casa no segundo turno, algo bem diferente do time que ano passado era um leão em casa e um gatinho inofensivo fora dela. Desta vez, o time inofensivo ficou no primeiro turno e no segundo viu-se um time com a faca nos dentes, que escalou a tabela até o quarto lugar.

O grande destaque do time é o atacante Jonas, artilheiro isolado do campeonato com 23 gols. O jogador marca muitos gols não por acaso: é também quem mais finalizou na competição, com 135 vezes. O meia Douglas foi outro se destacar, especialmente pelas assistências – um total de 11 – e conseguir inclusive ser convocado para a Seleção Brasileira.

5. Atlético-PR (vaga na Sul-Americana)

Cotado pela coluna para brigar contra o rebaixamento, o time surpreendeu. Começou mal a campanha, mas com a chegada de Paulo César Carpegiani, ainda no início da competição, o time mudou. Passou a vencer muito, perder pouco e subir meteoricamente na tabela.

Com um time composta de bons jogadores, como o capitão Paulo Baier, o meia Branquinho, o atacante Maikon Leite e os ótimos zagueiros Rhodolfo e Manoel, o time foi perigoso e brigou pela Libertadores até a penúltima rodada, o que sem dúvidas foi uma grande surpresa, talvez a maior do Brasileiro-2010.

A perda de Carpegiani para o São Paulo na reta final do campeonato pode ter comprometido, mas o time tem que se oorgulhar de ter feito uma campanha notável com um elenco relativamente barato em relação aos rivais.

6. Botafogo (vaga na Sul-Americana)

Apesar do título carioca, o Botafogo era cotado para ficar apenas no meio da tabela. O elenco ainda tinha carências importantes, mas mesmo assim conseguiu ter um ótimo desempenho ao longo do campeonato e brigou pelo quarto lugar até a última rodada, quando foi atropelado pelo Grêmio.

Com o elenco que tem, o time foi além do que podia e chegou até a sonhar com o título – mas era apenas um sonho, alto demais, por enquanto, para o time. O sexto lugar é para ser comemorado pelos botafoguenses e a expectativa para o próximo ano é de continuar a evolução.

Com Joel Santana no banco fazendo um grande trabalho, o time contou ainda com o ótimo Sebastian Loco Abreu, que fez gols importantes, foi um líder em campo e foi uma atração a todos que assistiam o time da estrela solitária.

7. Internacional (classificado para Libertadores como atual campeão)

Ótimo primeiro turno, segundo decepcionante. O time venceu a Libertadores entre o final do primeiro turno e o começo do segundo, o que contribuiu para que o time poupasse jogadores e perdesse alguns pontos importantes. Ainda assim, chegou a cumprir a expectativa criada para o time antes do início do campeonato: brigar pelo título.

À medida que o tempo passava, porém, o time jogava cada vez mais desconcentrado no Brasileiro e mais concentrado no Mundial de Clubes, no final do ano. Até que, em certa altura, o próprio técnico passou a fazer experiências no time com vistas à competição em dezembro, e a chance de ganhar o Brasileiro se esvaiu.

Destaque para o meia Andrés D’Alessandro que, embora irregular na competição, fez bons jogos. O atacante Leandro Damião foi outro que conseguiu garantir pontos importantes para o time e tornar-se, no mínimo, um reserva incômodo para Alecssandro.

8. Santos (classificado para a Libertadores como campeão da Copa do Brasil)

Viveu o mesmo que o Internacional: com a conquista da Copa do Brasil, com o passar das rodadas do segundo turno foi perdendo o interesse pelo campeonato e acabou ficando só pelo meio da tabela.

A perda de Paulo Henrique Ganso foi um grande baque para o time, que não conseguiu substituí-lo à altura – pudera: a Seleção Brasileira também não conseguiu. Ainda assim, o jovem Neymar foi o destaque do time. Apesar da confusão que resultou na saída de Dorival Júnior da equipe, o atacante cresceu, melhorou seu comportamento e passou a fazer aquilo que sabe como poucos: jogar um futebol de primeira linha.

Foi vice-artilheiro do campeonato, com 17 gols, e foi só pelas suas atuações que o Santos ainda sonhou com o título durante muitas rodadas após a Copa do Brasil. A falta de um time que tivesse um desempenho melhor e uma motivação maior contribuiu para a campanha apenas regular.

9. São Paulo (vaga na Sul-Americana)

Cotado para brigar pelo título, foi uma decepção. Apostou demais na “mística” de começar mal e se recuperar, mas desta vez ficou muito atrás. Perdeu jogos importantes e não conseguiu, durante toda campanha, ser regular e consistente, o que caracterizou as campanhas do título em 2006 e 2007, nem ser o time da arrancada final de 2008 e 2009.

O time armado por Ricardo Gomes mostrou os problemas que teve durante toda a gestão do técnico: falta de consistência tática, aposta em jogadores que pouco corresponderam e maus resultados. A sua saída não foi uma surpresa. A demora para definir um novo técnico comprometeu de vez a campanha e Paulo César Carpegiani apenas diminuiu o estrago.

Destaque para o meia Lucas, uma das revelações do campeonato. O volante Casemiro também foi uma revelação do time e ganhou espaço. O atacante Ricardo Oliveira mostrou que é excelente e talvez um dos mais completos do país. No mais, pouco foi mostrado – e o gosto da arrogância foi uma colocação mediana na tabela.

10. Palmeiras (vaga na Sul-Americana)

A expectativa criada para o time não foi das maiores. Por isso, a projeção era ficar no meio da tabela, o que aconteceu. A equipe chegou a ter alguns poucos momentos bons, principalmente com a chegada de Luís Felipe Scolari ao comando do time e com o atacante Kléber e o meia Jorge Valdívia.

Com uma campanha irregular e sem jogar em casa, não fez muito mais do que lamentar pelos pontos perdidos e abdicar do campeonato na reta final, quando passou a ter esperanças de conquistar a Copa Sul-Americana.

O time não teve muitos destaques. O lateral esquerdo Gabriel Silva foi um deles, tornando-se titular da posição. Outro que chamou a atenção foi Marcos Assunção, que marcou importantes gols de falta.

11. Vasco (vaga na Sul-Americana)

Vindo da Série B, a campanha foi como esperado. O time não iria brigar pelo título e Libertadores era um sonho alto demais. Fez uma boa campanha e chegou a ficar no G4, mas caiu, não o suficiente para correr risco de rebaixamento.

O técnico Paulo César Gusmão deixou o time invicto por um tempo longo, mas baseado em empates, o que em um campeonato de pontos corridos, é mais perda do que ganho. O time tem o mérito de ter se remontado com jogadores com expectativa baixa, como o atacante Éder Luís.

O jogador, aliás, foi destaque do time. Marcou gols, fez jogadas importantes e tornou-se a principal opção ofensiva. Zé Roberto fez boas partidas, embora tenha sido mais irregular. Quem surpreendeu foi o zagueiro Dedé, que mostrou bom poder de marcação e velocidade, tornando-se um dos melhores da sua posição na competição. O meia Carlos Alberto, cotado para ser o principal jogador do time, ficou mais no departamento médico do que em campo.

12. Ceará (vaga na Sul-Americana)

Vindo da Série B, a expectativa era de conseguir se manter na Série A. O time foi além disso. Fez um primeiro turno bom, terminando em 11º lugar depois de passar as primeiras rodadas na parte de cima da tabela. Os pontos no início do campeonato foram fundamentais para a manutenção do time na primeira divisão.

O grande destaque do time é a defesa. Conseguiu ficar sem tomar muitos gols na maioria dos jogos no primeiro turno. Acabou como a oitava melhor defesa, depois de um segundo turno ruim, mas que manteve o time entre os classificados para a Copa Sul-Americana.

O veterano Geraldo foi um dos destaques do time, junto com Misael, que mostrou habilidade. No segundo turno, o atacante Magno Alves, ex-Fluminense e que estava na Coreia do Sul, tornou-se um dos principais nomes do time e marcou os gols que ajudaram a manter o time na Série A.

13. Atlético-MG (vaga na Sul-Americana)

A sensação do torcedor atleticano no final do campeonato foi de alívio. O time fez uma campanha que parecia condenada ao rebaixamento sob o comando de Vanderlei Luxemburgo. Com a sua saída e a chegada de Dorival Júnior, o time renasceu e passou a ser muito mais forte, conquistando os pontos que o livraram do segundo rebaixamento em cinco anos.

A expectativa criada para o time antes do início do Brasileiro, porém, era de brigar por vaga na Libertadores, já que em 2009 conseguiu ficar nas primeiras posições na maior parte da competição com um time mais modesto sob o comando de Celso Roth. Com muitos jogadores caros, o gosto que ficou para a direção foi amargo, já que o time gastou mais por uma campanha pior. Como consolação, fica a classificação para a Sul-Americana.

Entre os destaques do time, o atacante Obina, que marcou os gols mais importantes da equipe na competição. O goleiro Renan Ribeiro, de 20 anos, que desbancou Fábio Costa e Aranha, contratados para tentar resolver o problema no gol. Réver, contratado para a zaga, conseguiu anda dar alguma segurança à equipe e o meia Renan Oliveira foi importante na reta final do time.

14. Flamengo (vaga na Sul-Americana)

A maior decepção do Brasileiro 2010 foi justamente o campeão de 2009. Depois de uma campanha épica no ano anterior que aumentou a coleção de títulos do Flamengo, o rubro-negro sentiu falta de um ataque mais forte. Passou mais da metade do campeonato procurando uma formação ideal, mudando o time em cada jogo e não chegando a resultado algum.

Para piorar, as contratações foram decepcionantes. Deivid e Diogo ficaram muito abaixo da expectativa e fizeram uma dupla de ataque que não deixará saudades. Tanto que quem acabou a competição como titular foi Diego Maurício, bom valor e um dos poucos destaques.

O Flamengo não foi rebaixado porque seus concorrentes o livraram na penúltima rodada. Caso contrário, se a briga fosse mais acirrada, o time poderia ter caído para a segunda divisão. E pouca coisa se salva em termos de destaques.

15. Avaí

O clube tinha expectativas de ficar na parte intermediária da tabela, mas a campanha no segundo turno fez o time brigar até as últimas rodadas contra o rebaixamento. A salvação veio, mas a lição que ficou foi que será preciso fazer mais no ano que vem se quiser não ter que brigar novamente para não cair.

Um dos problemas do time foi a troca de comando e que, ao contrário de alguns casos onde essa medida foi eficaz, trouxe ainda mais instabilidade ao time. O time mudou muito sob o comando dos três técnicos que passaram pelo clube.

Como destaque, fica o meia Caio, com passagens apagadas por outros clubes, como o Flamengo. Além dele, pouco ficou. As contratações para o campeonato não vingaram e alguns acabaram saindo da equipe antes do fim da competição.

16. Atlético-GO

A expectativa era ficar na primeira divisão. O time conseguiu cumprir, a duras penas e na última rodada, essa missão. O time teve momentos surpreendentes, como as duas vitórias contra o Palmeiras e contra o Corinthians, mas diversas vezes foi derrotado em casa por times que brigavam pelo titulo e por outros que brigavam contra o rebaixamento.

Em parte, a permanência na primeira divisão deve-se à Renê Simões, que chegou com a equipe cambaleando nos últimos lugares e conseguiu tirar o time dessa condição adversa. Ainda assim, o time vacilou demais e mostrou que a campanha na Copa do Brasil, embora boa, mostrou que o time ainda precisava de mais para um campeonato da duração do Brasileiro.

O destaque do time foi o meia-atacante Elias, que marcou gols importantes e tornou-se o principal jogador do time, especialmente no segundo turno. No primeiro, muita vezes acabou ficando apenas na reserva. No mais, o atacante Marcão também conseguiu ser destaque com seus gols.

17. Vitória

Decepcionante para a torcida, o Vitória acabou sendo rebaixado na ultima rodada. A coluna apostava que o time teria que brigar para ficar na primeira divisão, porque o elenco era fraco. Apesar de Júnior, atacante que marcou gols importantes, o time ficou devendo no segundo turno.

Com as constantes trocas de comando e o vai e vem do técnico Ricardo Silva no comando do time. Primeiro, saiu para a entrada de Toninho Cecílio, para voltar com a demissão do Cecílio. E deixou novamente o cargo para a entrada de Antonio Lopes. As mudanças trouxeram instabilidade ao time, que continuou sofrendo para conseguir os resultados.

O meia Ramón, destaque do time, ficou muitas vezes fora, mas ainda conseguiu ainda assim ser destaque. O meia Elkesson foi outro que conseguiu mostrar um bom futebol. O atacante Júnior foi outro que se destacou pelo rubro-negro baiano.

18. Guarani

O acesso à primeira divisão foi uma surpresa e manter-se na Série A era o único objetivo do time. Falhou. Depois de um primeiro turno razoável, com bons momentos e um time titular bem montado – quase milagrosamente, já que o time do primeiro semestre era sofrível -, o time caiu, passou a ter dificuldades em vencer e acabou nas últimas posições, sem conseguir se recuperar.

O técnico Vágner Mancini manteve um bom padrão de jogo, mas a falta de reservas à altura fez o time cair no segundo turno. Além disso, o time perdeu o seu artilheiro, Roger, vendido no meio do ano pelo São Paulo, que o emprestava ao Guarani. Com isso, o desempenho sofreu vertiginosa queda e o buraco foi aumentando até o ponto de engolir o time.

Apesar do rebaixamento, o Guarani teve o bom desempenho do jovem Mazola, emprestado pelo São Paulo. Como destaque jovem, o volante Paulo Roberto, emprestado pelo Pão de Açúcar, chegou sem fama e manteve bom nível. Além dele, Baiano, experiente lateral que passou a jogar no meio, fez um bom campeonato, assim como Fabão, outro jogador experiente.

19. Goiás

A perspectiva era que o time goiano lutasse contra o rebaixamento, como tem sido frequente nos últimos anos. Desta vez, o Goiás não conseguiu escapar. Com um time montado cheio de refugos de outras equipes e sem manter um padrão de jogo, o time caiu para a segunda divisão por antecipação.

Curiosamente, o time conseguiu uma boa campanha na Sul-Americana, chegou à final e quase conseguiu o título, mas no Brasileiro a história foi muito diferente. Sob o comando de Émerson Leão, o time não conseguiu bons resultados. Apesar de ter um momento de esperança com a chegada de Jorginho, ex-auxiliar de Dunga na Seleção Brasileira, o time voltou a cair de produção e o técnico acabou demitido quando o Goiás estava praticamente rebaixado.

O destaque do time foi o atacante Rafael Moura, muito mais pela Sul-Americana do que pelo Campeonato Brasileiro, mas mesmo na competição nacional o atacante conseguiu marcar gols importantes – o Fluminense que o diga, ao sofrer um gol do atacante no Engenhão na reta final que custou a vitória tricolor.

20. Grêmio Prudente

O Barueri ter sobrevivido à primeira divisão brasileira no seu primeiro ano já foi um feito. Agora como Prudente, o time montado não foi à altura da necessidade de um campeonato tão longo. O resultado foi o esperado: acabou rebaixado para a Série B, e com antecedência.

O time, como é praxe em todos que caem, teve diversas trocas de comando, nenhuma delas conseguindo dar o efeito esperado. Sem torcida, o time jogava fora de casa quase todas as partidas e pouco conseguia fazer fora de casa.

Como destaque, o atacante Willian, convocado para a Seleção Brasileira sub-20 de Ney Franco que disputará o Sul-Americano da categoria.

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Equipe Trivela

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