Brasil

Adeus ao Joelmir. Abraço ao Mauro.

Tive dois contatos com Joelmir Beting e em ambos ele me tratou com uma cordialidade e educação que poucas vezes eu dedico a outras pessoas. Na primeira, em uma entevista, me disse que aprendeu a ler comprando A Gazeta Esportiva todos os dias em Tambaú. O jornal chegava de trem. Foi algo que me marcou muito. Primeiro, porque eu também aprendi a ler com A Gazeta Esportiva, depois, porque, na minha infância, andei muito de trem. E terceiro porque Tambaú é a cidade de meus primos Cida (moramos juntos em um período muito feliz da minha vida), Célia (ah, a Célia…), Ricardo, professor da Unicamp, Zé Milton, o Passarinho, do tio Zeca, da Tia Djanira (lindíssima), da Tia Adair (bondade concentrada) e da Tia Dete, que já não pode cozinhar.

Vocês devem estar pensando “o que eu tenho com isso” mas a saudade quando chega, não pode ser reprimida. Tenho de dizer que gosto muito de todos eles.

Na segunda vez, fui ao Beting e Beting falar de um livro que estava lançando e novamente ele se  interessou e mostrou todo o seu conhecimento.

Agora, é lembrança. Um homem honrado. E deixar um abraço ao Mauro, que é pule de dez (quanto tempo não se fala nisso) no campeonato mundial de gente bacana.

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