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A Seleção está quase fechada, mas tem espaço para testes

A Copa das Confederações fechou bastante o elenco da seleção brasileira. E a prova disso veio com a primeira convocação de Luiz Felipe Scolari após o torneio. Dos 20 jogadores que participarão do amistoso contra a Suíça, no dia 14 de agosto, 19 participaram do torneio internacional.

Os principais destaques brasileiros na competição foram chamados: Neymar, Fred, Paulinho, Júlio César, Oscar e Luiz Gustavo. Já as ausências são explicadas mais pela limitação no número de convocados do que pelo desprestígio de algum dos nomes. Diego Cavalieri, Réver e Jadson ficaram de fora por não serem vistos como primeiras opções em seus setores.

A única mudança feita por Felipão acontece na lateral esquerda. Filipe Luís foi deixado de lado para que Maxwell fosse chamado. O jogador do Paris Saint-Germain nunca tinha sido convocado pela seleção principal, vestindo a camisa amarela pela última vez em 2004, com a equipe olímpica.

Aos 31 anos, Maxwell deve ser observado mais por sua experiência e por sua regularidade, após uma boa temporada com PSG. Não é tão talentoso quanto Marcelo, Adriano ou o próprio Filipe Luís, concorrentes na posição, mas possui seus predicados, que o fazem merecer uma chance. Sinal de que o grupo da Copa do Mundo já está bastante definido, o que não exclui a possibilidade de que alguns possam ser testados nos próximos anos.

Confira a convocação da seleção:

Goleiros: Julio César (Queens Park Rangers-ING) e Jefferson (Botafogo);

Defensores: Daniel Alves (Barcelona-ESP), Jean (Fluminense), Dante (Bayern Munique-ALE), David Luiz (Chelsea-ING), Thiago Silva (Paris Saint-Germain-FRA), Marcelo (Real Madrid-ESP) e Maxwell (Paris Saint-Germain-FRA);

Meio-campistas: Luiz Gustavo (Bayern Munique-ALE), Paulinho (Tottenham-ING), Fernando (Shakhtar Donetsk-UCR), Hernanes (Lazio-ITA), Oscar (Chelsea-ING), Bernard (Atlético Mineiro) e Lucas (Paris Saint-Germain-FRA);

Atacantes: Neymar (Barcelona-ESP), Fred (Fluminense), Hulk (Zenit-RUS) e Jô (Atlético Mineiro)

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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