América do Sul

Na reestreia de Loco Abreu, Recoba faz golaço olímpico

Álvaro Recoba nunca foi um jogador de destaque pela sua raça. Carrega sangue uruguaio nas veias, mas está longe deo estereótipo que tão bem se encaixa em jogadores como Diego Lugano ou Luis Suárez. Não é um lutador. Mas sempre se destacou em um aspecto: bolas paradas. Faltas, fosse perto da área, fosse nas laterais, era sempre um perigo. Escanteio, idem. Mas a conjugação do verbo aqui está errada. Ele não era um perigo. Ele é. Aos 36 anos, defendendo o Nacional e jogando um amistoso em Montevidéu contra o Argentino Juniors, o “Chino” marcou um gol que poucos são capazes. O famoso gol olímpico, que, aliás, tem esse nome por causa de um gol marcado pela Argentina contra a Celeste Olímpica em 1924, o Uruguai que venceu as duas primeiras edições do torneio de futebol olímpico. Ah, tem outra coisa: nesse jogo, Loco Abreu também esteve em campo pelo Nacional, seu clube do coração. Que dupla teremos, hein?

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Felipe Lobo

Formado em Comunicação e Multimeios na PUC-SP e Jornalismo pela USP, encontrou no jornalismo a melhor forma de unir duas paixões: futebol e escrever. Acha que é um grande técnico no Football Manager e se apaixonou por futebol italiano (Forza Inter!) desde as transmissões da Band. Saiu da posição de leitor para trabalhar na Trivela em 2009.

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