Libertadores

Raphael Veiga: “Passei por um processo dentro do Palmeiras. Fico feliz pelo que estou vivendo”

Veiga entrou mais uma vez na área, abriu o placar em Montevidéu e chegou a 18 gols na temporada, coroando de vez sua volta por cima no Palmeiras

*Direto de Montevidéu

Raphael Veiga demorou para engrenar no Palmeiras. Chegou como revelação do Coritiba e teve poucas oportunidades. Saiu por empréstimo para o Athletico Paranaense, fez uma grande temporada, mas a expectativa de ser mais utilizado quando retornasse também caiu por terra. Teve que ter paciência. Com Abel Ferreira, transformou-se em um dos principais pilares do campeão sul-americano e neste sábado abriu o placar da vitória por 2 a 1 sobre o Flamengo no Estádio Centenário de Montevidéu.

LEIA MAIS: Veiga teve paciência, superou as desconfianças e se tornou o meia que o Palmeiras sempre quis

Chegou a 18 gols. O mesmo número da temporada passada. Espera marcar pelo menos mais um antes do fim do ano para continuar evoluindo. “Em tudo na vida, existem processos. Eu vivi um processo dentro do Palmeiras. Soube passar por ele, soube treinar, trabalhar, esperar. Às vezes é difícil. Somos muito imediatistas, mas fico feliz por tudo que eu estou vivendo. Eu me sinto muito mais maduro, pronto preparado”, afirmou o meia de 26 anos.

Foi muito importante ganhar confiança. Veiga citou Andrey Lopes, o Cebola, técnico interino do Palmeiras que antecedeu Abel Ferreira e o próprio português, claro, por confiarem nele. “Todo mundo precisa de confiança. Fiquei feliz por ter essa sequência”, disse o jogador que de repente se tornou um dos principais artilheiros do time. “O Abel me pede e eu também me cobro. O meia tem que participar dos gols, tem que ser ativo na frente. Eu procuro sempre pisar na área porque é ali onde acontecem todas as coisas”, explicou.

As grandes atuações colocaram Veiga no radar da seleção brasileira, e ele admite que é um sonho, dele e de “qualquer jogador”, mas busca viver o momento e deixar o futuro para depois. “Viver o hoje com muita intensidade. Procuro aproveitar cada momento porque são esses momentos que vão me fazer viver aquilo que eu quero”, disse.

“Agora, quero comemorar bastante. Tenho metas, sonhos. Não sei. Vou comemorar, desfrutar do momento e depois vamos ver o que vai acontecer”, encerrou.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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