Libertadores

Pablo perde pênalti, e Athletico sofre sua primeira derrota na Libertadores para o Libertad

O atacante teve a chance de empatar, aos 32 minutos do segundo tempo, mas parou na defesa do goleiro Martín Silva

Pablo teve pênalti para empatar o jogo ao Athletico Paranaense, mas parou nas mãos do goleiro Martín Silva, e o Furacão perdeu fora de casa por 1 a 0 para o Libertad. A sua primeira derrota na fase de grupos da Libertadores não preocupa tanto pelo resultado, com duas partidas como mandante pela frente, mas pela atuação fraca, especialmente na parte ofensiva.

O Athletico Paranaense está em segundo lugar do grupo, com quatro pontos. O Libertad lidera com sete. The Strongest e Caracas se enfrentarão na próxima quarta-feira, ambos com apenas um ponto. O Furacão viaja à altitude de La Paz na próxima rodada, mas fecha a sua campanha recebendo paraguaios e venezuelanos na Arena da Baixada.

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Precisará ter bons resultados nesses jogos. E para isso, terá que produzir mais. O pênalti perdido por Pablo foi a única finalização no alvo dos visitantes em uma partida em que tiveram 64% de posse de bola, e não é que muitos dos outros 11 chutes foram mais perigosos. O Libertad, além do gol, exigiu cinco defesas do goleiro Bento, e foi constantemente perigoso no contra-ataque.

Carille fez apenas uma mudança em relação ao time titular que venceu o Flamengo no fim de semana. O volante Christian entrou no meio-campo no lugar de Pablo Siles. Pedro Henrique quase entregou um gol de bandeja logo aos oito minutos, com um recuo na fogueira para Bento, que dividiu com Bautista Merlini e conseguiu evitar o gol. Logo depois, fez grande defesa em uma batida de primeira de Óscar Cardozo.

O Athletico Paranaense teve uma boa situação em transição, com uma trama que envolveu Canobbio, David Terans e Vitinho, que recebeu em liberdade pela esquerda, mas bateu colocado para fora, perto da trave. Foi a melhor chance do Furacão no primeiro tempo e continuaria sendo durante grande parte do jogo.

O Libertad abriu o placar aos 11 minutos do segundo tempo. Rodrigo Bogarín cruzou da direita, após cobrança curta de escanteio, e encontrou Cristian Riveros, que dominou e completou de letra para marcar um belo gol. O Furacão tentou pressionar, mas havia criado pouco até o pênalti, aos 32 minutos, em cima de Diego Viera. Pablo cobrou fraco no canto esquerdo, e Martín Silva caiu para agarrar.

Houve uma tentativa de abafa na reta final da partida, com bolas lançadas à área e escanteios, mas o Libertad ficou até mais próximo do segundo gol, com contra-ataques a um ou outro detalhe, como um domínio ruim de Lorenzo Melgarejo na hora em que ficaria na cara do gol, de se transformarem em um problema maior ao Furacão, que não conseguiu evitar a derrota.

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Bruno Bonsanti

Como todo aluno da Cásper Líbero que se preze, passou por Rádio Gazeta, Gazeta Esportiva e Portal Terra antes de aterrissar no site que sempre gostou de ler (acredite, ele está falando da Trivela). Acredita que o futebol tem uma capacidade única de causar alegria e tristeza nas mesmas proporções, o que sempre sentiu na pele com os times para os quais torce.

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