Libertadores

O Olimpia teve requintes de arte para vencer o Atlético Nacional na ida em Assunção

Em jogo que reedita a final da Libertadores de 1989, o Olimpia construiu sua vantagem nas preliminares

Olimpia e Atlético Nacional fazem o duelo mais pesado desta segunda fase classificatória da Copa Libertadores. Verdolagas e franjeados se enfrentaram até em decisão, em 1989, quando a Colômbia pela primeira vez botou a mão na taça. Desta vez, porém, os olimpistas é que deram um grande passo rumo à classificação. Em Assunção, no Estádio Manuel Ferreira, o Rei de Copas construiu uma ótima vantagem na ida com o placar de 3 a 1. Teve golaços para todos os gostos.

O Olimpia abriu a contagem logo aos sete minutos, numa linda jogada de Alejandro Silva, que deu caneta na linha de fundo e depois achou espaço para o chute cruzado. O Atlético Nacional tomou as rédeas na sequência do duelo, mas só conseguiu empatar no início do segundo tempo, em bola passada para Jarlan Barrera definir. O triunfo se definiu para os olimpistas aos 37 minutos. E contou com um chutaço de Fernando Cardozo, que arriscou de muito longe, mas contou com um leve desvio para ver a bola morrer no ângulo. Já nos acréscimos, uma linda troca de passes na área renderia o terceiro tento, de novo anotado por Cardozo.

A vitória do Olimpia fecha as partidas de ida desta segunda fase. O único empate aconteceu em Bolívar 1×1 Universidad Católica do Equador. Os mandantes prevaleceram na maioria dos outros embates – Barcelona 2×0 Universitario, Audax Italiano 1×0 Estudiantes, Plaza Colonia 2×0 Strongest e Everton 3×0 Monagas. Curiosamente, as únicas duas partidas com triunfos visitantes envolveram brasileiros: Millonarios 1×2 Fluminense e América Mineiro 0x1 Guaraní.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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