Libertadores

O Atlético Nacional é mais um grande na terceira fase preliminar da Libertadores, ao atropelar o Guaraní

O Atlético Nacional não é mais a potência de alguns anos atrás, quando conquistou a Libertadores e foi finalista da Copa Sul-Americana. Prova disso é a necessidade de disputar as preliminares do torneio continental nesta edição. Porém, os Verdolagas também indicam sua força para alcançar a fase de grupos da Libertadores e atropelaram o Guaraní, com duas vitórias. Depois do triunfo por 2 a 0 em Assunção, o time de Alexandre Guimarães confirmou a classificação com outro resultado categórico, ao vencer por 3 a 0 em Medellín.

O Guaraní ainda provocou certo incômodo durante o primeiro tempo, mas o Atlético Nacional era superior e construiria a vitória rapidamente. Andrés Andrade anotou o primeiro gol dos Verdolagas aos 24 minutos, ao dominar a sobra de um cruzamento no segundo pau e bater cruzado. Aos 39, a vantagem se tornou ainda maior graças a Jarlan Barrera, ao dar um chapeuzinho no zagueiro e definir o contra-ataque servido por Andrade.

Os paraguaios acertaram o travessão pouco antes do intervalo, mas ficaram com um homem a menos no início do segundo tempo, após Miguel Benítez receber o segundo amarelo. E a noite, afinal, era mesmo de Andrés Andrade. Aos sete minutos, o camisa 10 concluiu a vitória no Atanásio Girardot, batendo de trivela na saída do goleiro. Resultado incontestável dos colombianos, independentemente do bom papel do Guaraní nos últimos anos.

Na próxima fase, o Atlético Nacional volta ao Paraguai, onde deve ter mais dificuldades para encarar o Libertad. Independiente del Valle x Grêmio, San Lorenzo x Santos e Bolívar x Junior de Barranquilla são os outros confrontos da terceira fase preliminar. Os jogos acontecem na primeira quinzena de abril, logo depois da Data Fifa.

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Leandro Stein

É completamente viciado em futebol, e não só no que acontece no limite das quatro linhas. Sua paixão é justamente sobre como um mero jogo tem tanta capacidade de transformar a sociedade. Formado pela USP, também foi editor do Olheiros e redator da revista Invicto, além de colaborar com diversas revistas. Escreve na Trivela desde abril de 2010 e faz parte da redação fixa desde setembro de 2011.

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